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Últimas Notícias

Odebrecht venderá fatia em ativos de energia renovável

Publicado terça-feira, 28 de abril de 2015

terça-feira, 28 de abril de 2015

Odebrecht Energia, uma subsidiária da Odebrecht, está à procura de investidores estrangeiros interessados em comprar fatias de ativos de energia renovável, em um momento em que se deterioram as condições de crédito no Brasil.

A Odebrecht Energia já está em negociação com quatro fundos de pensão internacionais que estariam interessados em seus projetos eólicos, hidrelétricos e de biomassa, segundo Felipe Jens, diretor de investimentos da empresa com sede em São Paulo.

A companhia tem 2,4 gigawatts de capacidade instalada em projetos de energia renovável no Brasil.

“A forma de perpetuar o crescimento no setor é encontrar um parceiro”, disse Jens em entrevista em São Paulo. “Nossa capacidade de investimento é finita. Você consegue fazer mais investimentos usando recursos de terceiros”.

Com a alta dos juros para combater a inflação, a economia brasileira caminha para o pior ano desde 1992, e após um grande escândalo de corrupção, as empresas estão vendo poucas razões para emitir títulos de dívida para financiar investimentos. Como consequência, o mercado de captações ficou paralisado no primeiro trimestre

Fonte: Exame

Calculadora de eficiência energética

Publicado segunda-feira, 27 de abril de 2015

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Compare os gastos de energia das lâmpadas incandescentes com as eletrônicas


 

Conceitos básicos do desenvolvimento de software

Publicado domingo, 26 de abril de 2015

domingo, 26 de abril de 2015



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Brasil terá acordos para produção de energia com a Bolíva

Publicado sexta-feira, 24 de abril de 2015

sexta-feira, 24 de abril de 2015


Brasil e Bolívia assinarão na primeira quinzena de maio um acordo para promover o desenvolvimento de projetos hidrelétricos e termelétricos conjuntos, informou nesta quinta-feira o ministro de Hidrocarbonetos e Energia do país andino, Luis Alberto Sánchez.

O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, chegará à cidade boliviana de Santa Cruz para assinar um "memorando de entendimento", já que o governo brasileiro tem interesse em desenvolver projetos para uma produção de 7.500 megawatts, disse Sánchez à imprensa estatal da Bolívia.

Um desses projetos está ligado à construção de uma hidrelétrica binacional sobre o rio Madeira, onde se prevê uma produção de 3.000 megawatts.

Outro projeto de interesse dos brasileiros é Cachuela Esperanza, sobre o rio Beni, no território amazônico boliviano, onde se prevê a produção de outros 700 megawatts, segundo o governo boliviano.

Atualmente, a produção boliviana é de cerca de 1.500 megawatts, para responder a uma demanda de cerca de 1.300.

O presidente da Bolívia, Evo Morales, expressou várias vezes seu desejo de que seu país se transforme no futuro em um centro energético do Cone Sul com exportação de eletricidade

Fonte Exame

Pesquisa do Senado mostra que brasileiros apoiam hidrelétricas, mas querem mais investimentos em renováveis

Publicado


65% dos entrevistados discordam de investimentos na fonte nuclear. Levantamento foi feito pelo DataSenado em parceria com a Universidade de Columbia

Pesquisa feita pelo DataSenado, em parceria com a Universidade de Columbia, dos Estados Unidos, mostrou que a energia hidrelétrica conta com o apoio da maioria dos brasileiros, mas eles preferem que o governo priorize fontes de energia renováveis como eólica e solar. O levantamento apontou que 56% dos entrevistados concordaram que o Brasil invista mais em hidrelétricas. Por outro lado, 35% dos cidadãos discordaram total ou parcialmente; 9% nem concordaram, nem discordaram. A pesquisa foi apresentada na comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado na última quarta-feira, 22 de abril.

Já ao serem informados sobre o fato de que as fontes eólica e solar geram energia elétrica sem emitir gases poluentes, porém são mais caras, 85% dos respondentes concordaram total ou parcialmente que o Brasil invista mais nessas fontes de energia. Apenas 7% alegaram algum nível de discordância e 6% afirmaram não concordar, nem discordar quanto a esse investimento. Ainda sobre fontes de eletricidade que não causam poluição, 68% dos indivíduos apresentaram concordância total ou parcial a que empresas de energia sejam obrigadas a investir nessas fontes, mesmo que a conta de luz fique mais cara; 11% não concordaram nem discordaram e 20% se mostraram discordantes, total ou parcialmente.

De acordo com Thiago Cortez Costa, assessor da Secretaria da Transparência do Senado, que é responsável pelo DataSenado, as hidrelétricas, quando comparadas com ouras fontes, conseguem menos apoio. Outro aspecto que a pesquisa revelou foi que o tema do meio ambiente preocupa a população, já que 86% dos entrevistados afirmaram estar "muito preocupados" com a alteração do clima no planeta. Dos demais, 10% se disseram estar "pouco preocupados", 2% indiferentes, 1% "pouco despreocupado" e 1% "muito despreocupado". Quanto à poluição do ar, 88% dos participantes disseram estar "muito preocupados" com o problema, enquanto 9% afirmaram estar "pouco preocupados", 2% se mostraram indiferentes e 1% se declarou "pouco despreocupado".

A pesquisa também mostrou que 65% dos entrevistados discorda total ou parcialmente do investimento em energia nuclear. Dos participantes, 8% declararam nem concordar, nem discordar sobre o Brasil investir mais nessa fonte e 1% não soube ou não quis responder sobre o tema. A região Centro-Oeste é a que mais discorda desse tipo de investimento, de modo parcial ou total, com 71%. Em seguida vem a região Sul, com 69%. Depois vem o Sudeste, com 65%; a Norte, com 63% e Nordeste, com 61%. Costa ressalta que em função de acidentes ocorridos em usinas nucleares, como em Fukushima, no Japão, em 2011 e em Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, a fonte enfrenta preconceito.

A população do Sudeste, que vem sendo afetada por uma crise hídrica, mostrou-se mais preocupada com as mudanças no clima: 90% estão muito preocupados com o problema. O nível de preocupação é seguido pelos que vivem nas regiões Nordeste, com 86%; Centro-Oeste, com 84%; Norte, com 83% de preocupação e a região Sul, com 79%. O resultado da pesquisa está fazendo com que os parlamentares formalizem um convite para que algum membro do Ministério de Minas e Energia vá até a comissão e debata a pesquisa.

Fonte: Agência Senado

Light monta circuito que reproduz cidade inteligente

Publicado quarta-feira, 22 de abril de 2015

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Com viés educacional, projeto quer mostrar benefícios do smart grid aliados a rede da distribuidora


Já é possível visualizar como seria uma cidade inteligente. A Light (RJ) montou dentro do Museu Light de Energia, no Rio de Janeiro(RJ) uma réplica de uma de 400 m² em que casas, postes, lojas e até os veículos elétricos estão inseridos nesse conceito. O Circuito Cidade Inteligente é um centro de referência em Smart Grid que teve investimentos de R$ 4,4 milhões vindos do Programa de Eficiência Energética da Agência Nacional de Energia Elétrica e já está aberto para visitação do público. De acordo com Antônio Raad, engenheiro master da Light, o projeto tem um viés educacional, em que a intenção é mostrar o que a tecnologia do smart grid pode fazer aliada ao trabalho da concessionária. "É possível mostrar novas tecnologias e a integração do smart grid com a casa do cliente e a rede da concessionária, como a subestação e a rede elétrica", explica.

A interatividade está presente no circuito. Ao serem confrontados com códigos de leitura, tablets disponibilizados aos visitantes dão informações sobre desde o desempenho de vários tipos de lâmpadas até os cuidados necessários com o consumo de energia e a rede elétrica. Mas o que chama a atenção no circuito é a casa inteligente. Ela é uma réplica em que no banheiro há um chuveiro do tipo rewatt. Nele há um tapete que recebe a água quente e uma serpentina absorve o calor dessa água quente, pré-aquecendo a água fria, reduzindo a necessidade de uma potência maior no chuveiro, diminuindo o consumo de energia. "Esse dispositivo traz uma redução da ordem de 40% a 50%", diz Raad. Ao lado do rewatt há outro chuveiro elétrico convencional em que um software compara o desempenho dos dois.

Os aparelhos da casa possuem tomadas inteligentes, que dão a possibilidade dos moradores acompanharem o desempenho deles pelo computador, por meio de um software. O ar condicionado da casa possui um dispositivo na tomada que controla a temperatura. Ele tem uma sensibilidade maior que a do termostato, permitindo ligar e desliga mais vezes após atingir a temperatura.

Já do lado de fora, a reprodução de uma subestação mostra como a energia chega nas casas das pessoas, além do alerta contra o roubo de energia. É possível ver ainda uma simulação da atuação do sistema em caso de chuva, em que um trecho da rede pode ser isolado de modo a não afetar o restante. Na garagem da casa, o carro elétrico aparece como veículo ecologicamente correto e capaz de ser abastecido na própria casa.

Dentro da casa são trabalhadas com o público a temática do desperdício e do bom uso de energia, em que ações como o esquecimento de um carregador de celular na tomada e o uso inadequado de benjamins são lembrados. Embora com um forte apelo ao consumidor do futuro que hoje é criança ou adolescente, o circuito cidade inteligente possui um forte apelo para adultos, já que muito do que o smart grid oferece pode influenciar no valor da tarifa de energia. Em fase de implantação, o projeto também vai contar com placas fotovoltaicas que vão abastecer o museu.

Fonte: Pedro Aurélio Teixeira, da Agência CanalEnergia, PeD e Tecnologia

Irregularidades são maior causa de acidentes com instalações elétricas

Publicado
Pesquisa da Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade (Abracopel) aponta aumento de 17,7% no número de acidentes envolvendo eletricidade, em 2014, em comparação ao ano anterior. As irregularidades apuradas, relacionadas às instalações elétricas que podem provocar grandes incêndios, levaram o Sindicato do Comércio Varejista de Material Elétrico, Eletrônicos e Eletrodomésticos do Rio de Janeiro (Simerj) a estabelecer parceria com a Abracopel para prevenir esse tipo de acidente.

“O setor de vendas de material elétrico é um braço importante nessa prevenção, porque é nele que o consumidor vai adquirir material para usar em suas instalações”, disse hoje (7) o presidente do Simerj, Antônio Florêncio. Por isso, ele entende que é papel do setor orientar o consumidor, oferecendo a ele material adequado às suas solicitações.

De acordo com a pesquisa, os casos de acidentes fatais com eletricidade subiram mais de 6% ano passado, quando provocaram 627 mortes, ante 592 no ano anterior. Foram atingidos 560 homens e 67 mulheres. O Nordeste brasileiro liderou o número de mortes por choque elétrico em 2014, com 263 casos (42% do total), seguido do Sudeste, com 125 mortes (20%) e do Sul, com 119 casos (19%). Quanto ao local em que se registram os acidentes, as residências são destaque, com 180 mortes no ano passado.

O presidente do Simerj disse que, nos últimos anos, houve aumento significativo na aquisição de bens eletrodomésticos. A idade dos prédios, porém, é antiga, como ocorre em Copacabana, por exemplo, na zona sul do Rio de Janeiro, e a manutenção predial não acompanhou o surgimento de tantos novos equipamentos. “Quando da sua construção, a oferta de eletrodomésticos nas residências era mínima. Hoje em dia, há uma gama enorme de produtos e não existe a contrapartida da preocupação em verificar se a instalação elétrica da casa ou do prédio vai aguentar o volume de carga acrescentado no prédio.”

Florêncio ressaltou que tudo sobrecarrega os circuitos existentes nas instalações, e as pessoas vão dando o chamado jeitinho. “Botam um benjamim, aumentam o disjuntor, o que é um erro crasso, porque o disjuntor é a proteção. Quando ele desarma, é porque alguma coisa está errada. E as pessoas não avaliam isso e se limitam a mudar o disjuntor. Ficam com uma proteção acima do prudente, a sobrecarga vem, e ele [disjuntor] não desarma, não protege nada. Aí, ocorre o curto-circuito, o incêndio.”

A recomendação do presidente do Simerj é que o consumidor, diante do elevado número de produtos eletrodomésticos que tem em sua casa atualmente, contrate um eletricista registrado no Conselho Regional de Engenharia para avaliar a necessidade de aumentar a carga da residência e, com isso, ampliar a segurança. “Ou aumentar a carga do próprio prédio ou trocar a fiação por uma que suporte a amperagem demandada a partir da instalação de novos equipamentos”. Ele alertou que o cuidado deve ser tomado antes mesmo de os novos produtos funcionarem.

Segundo Florêncio, a vistoria prévia é uma medida “fantástica, desde que bem-feita, dentro das normas, porque previne realmente esse tipo de acidente”. O Simerj está em negociação com o Sindicato da Indústria de Instalações Elétricas, Gás, Hidráulicas e Sanitárias do Rio de Janeiro (Sindistal) para promover cursos de capacitação de pequenas instalações para os vendedores de material elétrico. O objetivo é que os funcionários das revendas tenham mais conhecimento para prestar um atendimento com esclarecimentos técnicos. Os cursos deve ser iniciados no segundo semestre deste ano.

Fonte: Agência Brasil

Evento - Fórum Potência

Publicado sexta-feira, 17 de abril de 2015

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Principais Temas:Iluminação, Baixa Tensão, Média Tensão, SPDA, Qualidade de Energia, Eficiência Energetica, Proteção e Seletividade, Paineis Elétricos, Subestações e Automação.

Público Alvo: Profissionais da Área de Elétrica, Iluminação e Automação.

Palestras com consultores renomados especialistas de empresas.

» Mais detalhes

Serviço:
Data: 28/04/2015
Horário: 8h00-18h00
Local: Centro de Convenções - Parlamundi
Endereço: SGAS 915 SUL, LT 75/76 BRASÍLIA - DF
CLIQUE AQUI PARA REALIZAR SUA INSCRIÇÃO

Empresa lança modelo para venda de energia solar

Publicado quarta-feira, 15 de abril de 2015

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Segundo os idealizadores do projeto, a compra de lotes de energia solar pode gerar uma economia de até 15% na conta de luz

Usinas serão criadas com apoio da Energo, empresa responsável pela produção do projeto técnico da Usina de Tauá

Um grupo formado por três engenheiros cearenses criou neste mês uma empresa voltada para mini e micro geração de energia solar destinada a empresas de pequeno, médio e grande porte. O modelo de negócios consiste na criação de usinas de energia fotovoltaica cuja produção é distribuída em lotes para serem alugados.

Segundo Anderson Espíndola, um dos sócios da Sun Grid, o modelo se torna viável para empresas que pagam a partir de R$ 10 mil por mês na conta de energia. Para esses clientes, o sistema proporcionaria uma redução de até 15% no valor da conta.

O modelo tem por base a resolução normativa n° 482/2012 da Agência nacional de Energia Elétrica (Aneel), que simplificou a conexão de pequenas centrais à rede de distribuidoras de energia.

A medida permitiu a geração de um “crédito de energia” que pode ser utilizado para ser abatido no valor da conta. Assim, a Sun Grid gera a energia, repassa para a rede de distribuição, e repassa os créditos recebidos para seus clientes. Em fase pré-operacional, a Sun Grid assinou cartas de intenções com mais de 20 empresas cearenses.

“Já existem outros modelos baseados nessa resolução da Aneel, como os que alugam placas solares para que as pessoas instalem em suas casas ou negócios. O que nos diferencia, é que nós construímos a nossa própria usina. Assim, o nosso cliente não precisa investir no equipamento e pode manter o foco no seu setor de atuação”, diz Espíndola.

As primeiras usinas deverão ser instaladas nos municípios de Coreaú e Sobral. “É onde temos um potencial solar elevado, que nos dará maior eficiência”, diz.

A expectativa é de que a empresa comece a produzir, a partir deste ano, 2MWp. “A gente já tem toda a estrutura, temos parceiros que podem fazer a instalação muito rapidamente, mas o início da operação depende de quando vai sair o financiamento, que certamente sairá neste ano”, diz Espíndola.

O investimento para instalação das primeiras usinas é de cerca de R$ 12 milhões, dos quais 80% do valor é referente às placas solares, e o restante à infraestrutura.

Expansão
A Sun Grid foi idealizada por Artur Guimarães, Samuel Lima, além de Espíndola. Todos graduados pelo Instituto tecnológico de Aeronáutica (ITA). Eles esperam que a empresa gere 10MWp no Ceará com um investimento de R$60 milhões e, nos próximos 5 anos, possa expandir o modelo de negócio para outros estados com pelo menos duas novas usinas, atingindo um faturamento anual de R$25 milhões.

Eles contam com o apoio da Energo, empresa responsável pela produção do projeto técnico inicial da usina de Tauá, previsto para 50 MWp, maior projeto de energia solar do estado e uma das maiores usinas fotovoltaicas em atividade do País.

Fonte:  O Povo Online

Confaz deverá aprovar desoneração de painéis solares

Publicado

Apesar de não ter sido apreciada, no último dia 10, pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), conforme estava previsto, a desoneração de tributos e contribuições incidentes sobre painéis geradores de energia solar deverá ser deliberada nos próximos dias, informou nesta quarta-feira, 15, o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, durante audiência na Câmara dos Deputados.

A desoneração dos painéis se dará de duas formas: de um lado, os estados deixarão de cobrar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS); de outro, a União deixará de arrecadar as contribuições do Programa de Integração Social (PIS) e do Financiamento da Seguridade Social (Cofins).

“Era para o Confaz ter desonerado os painéis solares [da incidência de tributos e contribuições] na reunião do dia 10. Isso não aconteceu (devido à existência de outros tópicos urgentes, na pauta), mas o convênio deverá ser aprovado em uma reunião extraordinária (que deverá ocorrer) nos próximos dias, muito provavelmente na semana que vem”, disse Braga na Câmara.

Segundo o ministro, à semelhança do que tem ocorrido com a fonte de geração eólica, “haverá, no país, o surgimento de uma indústria (de painéis solares) que gerará empregos e favorecerá a atividade econômica”.

“Vamos criar energia (alternativa) à (fonte) hidrelétrica para termos segurança energética e [amenizarmos] os riscos hidrológicos atípicos que têm acontecido nos últimos anos e que devem (ocorrer) em 2016, caso não haja chuva abundante no período entre janeiro e março do ano que vem”, acrescentou. Para Braga, o desafio da pasta, agora, é fazer do sistema elétrico brasileiro um sistema "seguro, e mais barato".


Fonte: O Povo Online

Ministro Eduardo Braga volta a descartar risco de racionamento

Publicado
ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga


O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, repete nesta manhã na Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados a apresentação feita por ele na última quarta-feira, 8, na Comissão de Infraestrutura do Senado. Segundo ele, as estimativas para condições de armazenamento dos reservatórios das hidrelétricas ao fim de abril são bem melhores que as verificadas no começo deste ano.

O ministro voltou a mostrar tabelas com dados sobre a situação dos reservatórios das hidrelétricas em 2001 e 2015, para demonstrar que com o aumento da capacidade de transmissão entre as regiões do País, o riso de racionamento de eletricidade hoje é muito menor do que o do começo da década passada. "A cada dia estamos nos afastando de qualquer tipo de corte ou racionamento no setor elétrico", repetiu.

Braga elencou as medidas que vêm sendo adotadas pelo governo para garantir o suprimento de eletricidade também em 2016, para haver segurança no sistema elétrico, como o leilão de reserva para início de suprimento em janeiro do próximo ano e desonerações para equipamentos de geração solar.

"Tínhamos expectativa de que o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) aprovasse a isenção de ICMS para a geração solar na reunião do último dia 10, mas agora a informação é de que essa medida deve ser aprovada ad referendum por circuito eletrônico na próxima semana", acrescentou. "Energia solar poderá ser energia de reserva nos lagos das hidrelétricas", completou, citando os estudos para o uso de flutuadores com placas solares em algumas usinas, como Balbina (AM) e Sobradinho (BA).

Ligações de orelhões da Oi serão gratuitas

Publicado
orelhões da Oi - Porto Alegre / RS

A medida aplicada pela Anatel deve valer para 15 estados brasileiros

A partir desta quarta-feira, 15, as ligações locais para telefones fixos realizadas nos orelhões da Oi em 15 Estados não poderão ser cobradas. A medida é resultado do trabalho da Anatel no monitoramento dos patamares mínimos de disponibilidade dos telefones públicos da concessionária em sua área de atuação.

Na medição realizada pela Anatel no último dia 31 de março de 2015, a concessionária Oi não atingiu os patamares mínimos de disponibilidade nos Estados do Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Sergipe. A disponibilidade da planta de orelhões deve ser de no mínimo 90% em todas as Unidades da Federação.

Por não atingir os patamares mínimos nos estados até essa data, a agência determinou que as chamadas locais a partir de seus orelhões nessas Unidades da Federação serão gratuitas.

As chamadas devem permanecer gratuitas até que os patamares satisfatórios de disponibilidade sejam alcançados, mediante aprovação da Anatel.

Estão previstas novas medições para 30 de agosto de 2015, 29 de fevereiro de 2016 e 30 de agosto de 2016 e a cada seis meses.

Os telefones públicos que não alcançarem os patamares mínimos nessas medições terão gratuidade também, a partir de 1º de outubro, para ligações de longa distância nacional. A partir de 1º de abril de 2016, a gratuidade se estende para telefones móveis com o mesmo DDD; e a partir de 1º de outubro de 2016, para os telefones celulares com DDD diferente.

A Oi informou através de nota que cumpre a determinação da Anatel de conceder a gratuidade em chamadas para telefones fixos locais feitas a partir de sua rede de telefonia pública nos 15 estados indicados pela agência reguladora. A medida é temporária e permanecerá em vigor até que os patamares de disponibilidade de orelhões nestes estados estejam nos níveis indicados pela Anatel.

Fonte: O POVO Online

Distribuidoras de energia poderão ser obrigadas a comprar excedente de autoprodutores

Publicado terça-feira, 14 de abril de 2015

terça-feira, 14 de abril de 2015



As concessionárias de serviços de distribuição de energia elétrica poderão ser obrigadas a comprar compulsoriamente, até o limite de 3% da estimativa de carga total do seu mercado, a energia elétrica gerada por autoprodutor. O assunto deverá ser discutido e deliberado pela Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI), em reunião marcada para às 8h30 desta quarta-feira (15). A TV Senado transmite no endereço.

Autoprodutor de energia é a pessoa física ou jurídica ou empresas reunidas em consórcio que receberam concessão ou autorização para produzir energia elétrica destinada ao seu uso exclusivo, podendo eventualmente, com autorização da ANEEL, comercializar o excedente da energia elétrica gerada. O projeto que trata do tema – o PLS 48/14, de autoria dos senadores Inácio Arruda e Vanessa Grazziotin – é o primeiro item da pauta da CI. O relator é o senador Walter Pinheiro.

O presidente da CI, senador Garibaldi Filho, também deverá colocar em votação quatro requerimentos sugerindo a convocação de autoridades para participarem de audiências públicas na Comissão. O senador Wilder Morais requer reunião com o ministro das Minas e Energia, Eduardo Braga, e outras autoridades para debater sobre energia solar e microgeração distribuída. O senador Ricardo Ferraço quer a presença do ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, para discutir a necessidade de infraestrutura do setor e o Programa Banda Larga para Todos.

Requerimento do senador Wellington Fagundes pede realização de audiência pública com a presença do ministro da Secretaria Nacional de Portos, Edinho Araújo, a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) e o Tribunal de Contas da União (TCU) para tratar do Programa de Concessão de Portos. Já a senadora Vanessa Grazziotin defende que a Comissão convide o ministro da Secretaria da Aviação Civil da Presidência da República, Eliseu Padilha, para debater sobre a administração aeroportuária do país.

Agência Senado

Abilux apresenta a 3ª edição do Guia LED

Publicado segunda-feira, 13 de abril de 2015

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Guia LED Abilux - (clique na figura para baixar)
A ferramenta foi criada pela Associação, com o propósito de ajudar as empresas do setor de iluminação

A Associação Brasileira da Indústria de Iluminação (Abilux) lançou a 3ª edição do seu Guia LED, ferramenta criada pela Entidade para auxiliar e orientar as empresas do setor de iluminação, que importam ou comercializam mercadorias com tecnologia LED, em relação à Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM).

A Nomenclatura é um código de oito dígitos que identifica a natureza dos produtos, desse modo, qualquer mercadoria importada ou comprada no Brasil deve ter um código NCM que a classifica para efeitos fiscais.

A publicação, que pode ser acessada online no site da Abilux é resultado de análises realizadas por um Grupo de Trabalho que compilou em um único guia as respostas fornecidas pela Secretaria da Receita Federal às empresas que realizaram consultas sobre como classificar adequadamente produtos de LED e seus compostos.

Ao atualizar com frequência o seu Guia LED (a primeira edição foi publicada em 2012), a Abilux tem como propósito ser uma facilitadora para os usuários das informações que também estão disponíveis no Diário Oficial da União (DOU) e no site da Receita Federal.

Mais informações: abilux@abilux.com.br ou 11 3251-2744

(clique na figura ou aqui para baixar o guia)

Dilma anuncia parceria com Facebook para levar internet a áreas distantes do Brasil

Publicado sábado, 11 de abril de 2015

sábado, 11 de abril de 2015

Foto: Roberto Stuckert Filho/PR


Com o Internet.org, o Facebook quer ajudar a levar internet para todas as partes do mundo. O Brasil é um desses lugares. Ontem, Zuckerberg se encontrou com a presidente Dilma Rousseff para discutir uma parceria entre empresa e País.

Foi um encontro de cerca de uma hora, mas o suficiente para fechar a parceria. No Brasil, o Facebook pretende usar o Internet.org a levar acesso à internet gratuito para população de baixa renda e de áreas distantes do país – a ideia, claro, é que essas pessoas já usem o Facebook em seu contato inicial com a internet. Para o Brasil, a vantagem é que, bem, essas pessoas terão acesso à internet, o que atualmente não acontece.

Um projeto piloto que está sendo desenvolvido pelo Facebook em Heliópolis, um bairro de baixa renda na cidade de São Paulo, vai servir como ponto de partida para toda a implementação do projeto. Foram dados poucos detalhes, então não sabemos exatamente como isso vai funcionar direito.

Não é o primeiro projeto de uma gigante da internet que o govern brasileiro abraça: o Project Loon, do Google, também está sendo testado no Brasil. A ideia é a mesma: levar internet a regiões remotas do país, em uma tentativa de, ao oferecer acesso à web, melhorar a vida de muitas pessoas de áreas isoladas do Brasil. [Estadão]

As fotos da maior usina solar do mundo, que começou a gerar eletricidade em 2014

Publicado

Há cerca de um ano, em Abu Dhabi, a Shams 1 recebia o título de maior usina solar do mundo, com seus 258.000 espelhos para coletar a luz do sol. Hoje, esse recorde foi quebrado.

O Ivanpah Solar Electric Generating System, na Califórnia (EUA), reúne 300.000 espelhos com 2 m de altura e 3 m de largura. Eles são controlados por computador, focalizando a luz do Sol até o topo de torres com 140 m de altura. Nelas, a água se transforma em vapor para mover turbinas de energia.

Esta é a maior usina de energia solar do mundo, e pertence às empresas NRG Energy, BrightSource Energy e Google – a gigante das buscas investe há tempos em energia limpa. A usina começou hoje a gerar eletricidade, após resolver questões regulatórias e problemas jurídicos.

O anúncio oficial lista as vantagens da energia solar:
O Ivanpah Solar Electric Generating System já está funcionando, e leva eletricidade solar para clientes na Califórnia. Em plena capacidade, as três torres com 140 m de altura produzem um total bruto de 392 megawatts (MW) de energia solar. Isto é eletricidade o bastante para 140 mil casas na Califórnia, que recebem energia limpa e evitam 400.000 toneladas métricas de CO2 por ano – o equivalente à remoção de 72 mil veículos da estrada.
A usina se estende por um terreno de 13 km² que pertence ao governo americano, próximo à fronteira entre os estados da Califórnia e Nevada. E ela é linda demais. Confira as fotos:
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Empresa italiana vai investir R$ 26 milhões no Ceará

Publicado sexta-feira, 10 de abril de 2015

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Potencial para obtenção de energia solar da região de Limoeiro atrai investidores.

A empresa italiana Eclipse, especialista em produção de placas solares, pretende abrir uma unidade no Interior do Ceará, na cidade de Limoeiro do Norte. A informação foi revelada, ontem (7), durante o lançamento do primeiro condomínio solar do País que será instalado na mesma cidade.

O investimento para instalação da fábrica é da ordem de R$ 26 milhões com capacidade produtiva de 100 megawatts. Decisão final acontece em 45 dias. “Visitamos em janeiro a área e desenvolvemos um estudo. Estamos interessados no local”, afirmou Tomilson Mota, representante da Eclipse Brasil.

Caso a instalação seja efetivada, a intenção é abastecer, além da região, clientes do Nordeste. “Hoje as placas estão sendo importadas da China, Coreia e Itália”, informou Francisco Zuza de Oliveira, ex-presidente da Agência de Desenvolvimento do Ceará (Adece) e atual assessor de negócios da Prefeitura de Limoeiro do Norte.

O alto índice de radiação da cidade atrai empresas do setor de energias. De acordo com Francisco Osterne, professor de engenharia da produção da UFC, entre os fatores que justificam esse índice estão o clima, com poucos dias nublados, e a altitude. “Outro atrativo é o baixo valor para comprar terras”.

A área de 10 hectares da Chapada do Apodi, em Limoeiro do Norte, que abrigará o condomínio solar faz parte de seis mil hectares do empresário Fernando Cirino Gurgel. “Visualizo a região como uma fazenda energética”.

Condomínio
A primeira fase do empreendimento demanda investimento próprio de R$ 7 milhões, conforme informou a Prátil, companhia responsável pela construção e manutenção do condomínio. “Fazemos o investimento e adequamos a necessidade de cada cliente”, diz Albino Mota, da Prátil.

Será a primeira companhia a colocar em prática o sistema de compensação de energia estabelecido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O projeto terá início em julho e a previsão de término em dezembro. Irá gerar 120 empregos diretos.

A Rede de Farmácias Pague Menos assinou contrato e alugará, por 15 anos, as plantas solares disponíveis na primeira fase. “Para esse ano, estimamos gastos com energia de R$ 50 milhões. Com esse acordo vamos economizar 8% do total previsto.”, informa Deusmar Queirós, presidente da rede Pague Menos.

Por Carol Kossling / O Povo Online

Estações de recarga para veículos híbridos e elétricos

Publicado quarta-feira, 8 de abril de 2015

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Estudo elaborado para o U.S. Department of Energy considera que um veículo híbrido consegue ser de 40% a 60% mais eficiente do que um convencional (motor à combustão) podendo, no caso do modelo tipo Plug-In (conectável à rede), ser até 200% mais eficiente. Com baterias substancialmente menores do que as dos veículos elétricos, os híbridos do tipo Plug-In são equipados com tanque de combustível tradicional, sendo esta a sua principal fonte de energia. Veja publicaçãodo Ministério das Minas e Energia do Brasil.

Ao longo dos últimos anos, diversos países estabeleceram programas de incentivo ao uso de carros híbridos e elétricos com base, principalmente, em financiamentos subsidiados e na ampliação do número de estações de recarga nas cidades e rodovias. Atualmente são mais de 400 mil veículos elétricos no mundo, com vendas crescentes. Para se ter uma ideia, comparando-se os anos de 2011 e 2012, as vendas deste tipo de veículo cresceram 150%, alcançando a marca de 113 mil veículos, de acordo com a Agência Internacional de Energia (IEA).

O Japão, por exemplo, onde o governo financia até 50% da diferença do custo de um veículo elétrico e de seu equivalente com motor à combustão, tem como meta oficial a instalação de 2 milhões de estações de recarga lenta e 5 mil de recarga rápida até 2020.

Nos edifícios brasileiros, há alguns poucos exemplos da instalação de estações de recarga, o que deve mudar nos próximos anos com a redução do preço dos automóveis híbridos e elétricos pelo ganho de escala no mundo.


No mercado internacional existe uma boa variedade de estações de recarga. As estações de recarga WattStation da General Eletric, por exemplo, são produzidas com modelos para atender consumidores em edifícios, shopping centers, universidades, supermercados, espaços públicos, entre outros. Algumas estações permitem a criação de uma rede integrada e monitorada pela WEB, com a possibilidade de pagamento da recarga por cartões de crédito. Um aplicativo para celulares permite localizar e reservar a estação mais próxima de você, além de possibilitar o pagamento pela recarga.

O carregamento das baterias se dá entre 4 e 8 horas, considerando sistema de corrente alternada e uma bateria de 24 kWh, e que proporciona uma autonomia de cerca de 100 km para o veículo. Veículos com maiores baterias e mais autonomia, podem demandar mais horas de carregamento. Cada estação custa cerca de US$5500.


A empresa possui ainda estações de recarga rápida, com comunicação via WEB e sistema de rádio frequência (RFID) associado, permitindo verificar se o cliente está cadastrado e habilitado a iniciar a utilização. O equipamento nos EUA custa cerca de US$ 2500 e com ele, o carregamento completo pode levar de 1 a 2 horas (considerando uma bateria de 24 kWh).

Quando ainda era uma inovação nos EUA, uma estação de recarga residencial (carga lenta) custava algo como US$ 3 mil. Atualmente pelo site da Amazon, é possível encontrar o mesmo modelo por US$ 700.


A empresa portuguesa Efacec, responsável pela instalação pioneira de uma estação de recarga rápida de veículos híbridos e elétricos na cidade de São Paulo (Cidade Universitária – USP), tem neste protótipo um sistema que funciona com corrente contínua que é capaz de proporcionar 180 quilômetros de autonomia a um veículo após 30 minutos de carga.

Com mais de 3000 estações de recarga instaladas em mais de 20 países no mundo, sendo pelo menos 500 delas do modelo de carga rápida, recentemente, a empresa Efacec firmou acordo com o governo alemão para equipar uma autoestrada de 430 km de extensão, com 8 estações de recarga rápida.

Por fim, reitera-se que no Brasil também se espera o aumento deste tipo de instalação nos próximos anos. Por conta disto, em futuros projetos, sugere-se pelo menos a consideração das cargas de alimentação das estações no dimensionamento da rede elétrica dos edifícios. Sem isto, uma adaptação futura para permitir a recarga de veículos híbridos e elétricos será bastante onerosa e complexa, envolvendo reforços na entrada e na rede de distribuição de energia de um edifício em pleno funcionamento.


Fonte: PINI

Para-raios em condomínio não evitaram morte de pai e filho por choque

Publicado segunda-feira, 6 de abril de 2015

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Durante temporal, na tarde de ontem, um raio arrebentou um fio de alta-tensão, que atingiu um carro estacionado em frente à casa das vítimas, no Condomínio Solar de Brasília. Ao tentarem apagar o fogo no veículo, os dois homens receberam a descarga elétrica

O local do acidente que matou pai e filho nesse domingo (5/4), o Condomínio Solar de Brasília, no Jardim Botânico, tem, pelo menos, seis para-raios, um em cada caixa d’água, de acordo com a antiga administradora do parcelamento. “Infelizmente, a área de alcance desses para-raios é limitada”, comentou Leda. O Solar de Brasília é um dos condomínios com melhor localização da região, ao lado da pista expressa da Ponte JK. A CEB orienta a população a jamais, e em qualquer circunstância, tocar na rede de energia – mesmo que seja com o apoio de materiais aparentemente isoladores. Veja no final deste texto a íntegra da nota da companhia.

A tragédia marcou o domingo de Páscoa da família das vítimas. Um fio de energia arrebentado matou pai e filho eletrocutados, durante um temporal à tarde. Por volta das 16h, um raio arrebentou a fiação de alta-tensão, que caiu em cima de um Celta, estacionado em frente à casa da família, na Quadra 1 do parcelamento. O veículo pegou fogo e, ao ver o incêndio, os moradores tentaram apagá-lo com o extintor.

Zuleika de Souza/CB/D.A Press
A luz do condomínio só seria restabelecida após a perícia

Ao se aproximar do local, Paulo Roberto Loureiro de Alencar, 65 anos, recebeu uma descarga elétrica. O filho dele Igor Simões da Silva de Alencar, 30, tentou ajudar e também levou um choque. Os dois morreram na hora. Outro filho de Paulo Roberto, cujo nome não foi divulgado, também ficou ferido ao tentar socorrer as vítimas, foi socorrido no local pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e passa bem.

De acordo com vizinhos, o raio atingiu a fiação da rede elétrica da rua. Em seguida, o fio caiu sobre o carro, provocando um incêndio. Testemunhas disseram que Paulo Roberto, ao ver o carro pegar fogo, tentou tirar o fio arrebentado de cima do veículo para impedir que o fogo se alastrasse e destruísse o Celta. De acordo com informações de engenheiros da Companhia Energética de Brasília (CEB), que fizeram o atendimento no condomínio, os moradores podem ter recebido uma descarga elétrica de 13 mil volts, que é a voltagem de uma rede de alta-tensão. O temporal provocou diversos picos de energia durante a tarde. No momento do acidente, o chão estava molhado e a água agiu como condutora de eletricidade.

Ao perceber que o pai tinha levado um choque quando encostou no cabo arrebentado, Igor tentou ajudá-lo, mas também foi eletrocutado. Os técnicos da CEB informaram à reportagem que as vítimas receberam a descarga três vezes, porque o sistema religa mais de uma vez na tentativa de restabelecer o serviço. “Na hora em que eles saíram de casa, o condomínio estava sem luz, por isso ele tentou tirar o fio de cima do carro”, comentou um morador, que acompanhou o socorro às vítimas, mas preferiu não se identificar.

O Corpo de Bombeiros foi acionado por vizinhos para socorrer as vítimas e apagar o fogo, que atingiu a parte de baixo do carro, inclusive os pneus. No fim da tarde, a Polícia Militar isolou a área para perícia. Técnicos da Companhia Energética de Brasília também estiveram no local para tentar identificar as causas do acidente que vitimou pai e filho e restabelecer o serviço de energia elétrica da região. Até o fechamento desta edição, o condomínio permanecia sem luz. O serviço só seria normalizado após o fim da perícia e a retirada dos corpos.

Uma moradora, que também preferiu não se identificar, viu os corpos de pai e filho no chão e chamou a polícia. Segundo ela, os vizinhos já haviam tentado contato com os bombeiros, mas não tinham conseguido. Eles saíram das casas ao ouvir um barulho muito forte durante o temporal. Um vizinho, que mora a duas quadras do local do acidente, sentiu um forte cheiro de borracha queimada.

Proteção
A morte de pai e filho causou comoção entre os vizinhos. “É uma tragédia, estamos todos muito abalados com o que aconteceu. Em quase 20 anos, nunca tivemos nenhum problema grave com raio no condomínio”, comentou Leda Cavalcante, ex-síndica do Solar de Brasília.

Infraestrutura
A ocupação irregular começou há quase duas décadas, mas o parcelamento só ganhou melhorias de infraestrutura, como pavimentação completa, há cerca de oito anos. O condomínio foi erguido em terras públicas, de propriedade da Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap). Mas, como os lotes ainda não foram registrados em cartório, não há prazo para a regularização fundiária dos terrenos.

Memória

Mortes no DF
Ainda que Distrito Federal tenha uma das menores incidências de raios do país, pelo menos 11 pessoas morreram na unidade federativa desde 2011, segundo dados do Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat). Confira alguns casos de acidentes causados por essas descargas elétricas.

9 de março de 2015
Um raio caiu no Batalhão da Guarda Presidencial (BGP), no Setor Militar Urbano (SMU), e deixou 31 militares feridos. As vítimas estavam treinando na hora do acidente. Elas foram levadas ao Hospital de Base do DF, ao Hospital Regional de Taguatinga (HRT) e ao Hospital Militar de Área de Brasília.

22 de janeiro de 2015
Um homem de 54 anos ficou gravemente ferido após ser atingido por um raio enquanto passava em frente a um restaurante na 209 Norte. Um bombeiro que almoçava no local prestou os primeiros socorros. A vítima foi levada para o Hospital Regional da Asa Norte (Hran).

3 de abril de 2012
O agricultor Antônio Romário Marques de Sousa, 18 anos, morreu ao ser eletrocutado por um raio
em uma chácara do Incra 9, em Brazlândia. O irmão da vítima, Wagner de Sousa Freitas, 16, também foi atingido e sobreviveu.

2 de novembro de 2011
Dez garotos jogavam futebol no Setor de Mansões Ilha Bela, em Águas Lindas (GO), quando um raio atingiu três deles. Dois morreram na hora e o outro foi socorrido. Brigadistas tentaram reanimar Alex Lima de Freitas Silva, 15 anos, e Francisco Jonathas Prada Sousa, 16, mas não tiveram sucesso.

14 de março de 2009
A queda de um raio próximo ao cais do PortoVittoria matou o empresário Alexandre Costa Gagliardi, 36 anos, filho do dono do espaço de eventos. Alexandre andava de jet ski no Lago Paranoá. Ao voltar ao cais, foi atingido pela descarga elétrica. O homem chegou com vida ao Hospital de Base.

NOTA DA CEB
A CEB lamenta profundamente o incidente que vitimou duas pessoas na tarde deste domingo, 5 de março, no Condomínio Solar de Brasília, na região do Jardim Botânico.

Somente o resultado de perícia poderá indicar o que realmente ocasionou o rompimento de um cabo de alta tensão (13.800 volts), que foi a causa do acidente. Mas informações preliminares, dadas pelos próprios moradores da localidade, sinalizam que uma descarga atmosférica tenha recaído sobre a rede.

Equipes técnicas e de segurança da CEB foram deslocadas imediatamente para o local, tão logo a empresa foi acionada, e prestou toda a assistência, auxiliou no trabalho da perícia e na reconstrução da rede danificada.

A CEB orienta a população a jamais, e em qualquer circunstância, tocar na rede de energia – mesmo que seja com o apoio de materiais aparentemente isoladores. Em situações como essa, a CEB recomenda que a população ligue imediatamente para a CEB no telefone 116.

Fonte: Correio Braziliense

Projeto que previne choques elétricos fatais pode ser aprovado esse ano

Publicado

Um projeto simples, de tramitação rápida e extrema importância para a preservação da vida – essa é a definição do PL 8110/14, de autoria do deputado federal Rogério Peninha Mendonça (PMDB/SC). A proposta prevê que seja obrigatória a montagem de disjuntores DR (Diferencial Residencial) em instalações elétricas de baixa tensão. A medida evitará mortes em decorrência de choques elétricos, porque o equipamento atua em 25 milissegundos e desliga a rede energizada.

A iniciativa de apresentar a matéria surgiu depois que três irmãos morreram eletrocutados enquanto brincavam no pátio de casa no município de Petrolândia, interior de Santa Catarina.

No dia 10 de março, o deputado teve audiência em seu gabinete com o diretor executivo da Associação Brasileira de Conscientização para Perigos da Eletricidade (Abracopel), Edson Martinho, e traçou estratégias de tramitação na Câmara. Martinho também entregou em mãos ao parlamentar o Panorama da Situação das Instalações Elétricas Prediais no Brasil, com dados preocupantes: pelo menos 592 brasileiros morreram eletrocutados em 2013; outros 165 acidentes geraram sérias sequelas.

“Diferente de outros setores, 100% das mortes em decorrência de choques elétricos podem ser evitadas. Precisamos trabalhar na conscientização para salvar vidas”, destacou o diretor da Abracopel. Ele lamentou ainda o não cumprimento da norma ABNT 5410, em vigor desde 2004, que já prevê a instalação dos disjuntores DR. “Com a aprovação deste projeto, a norma passa a ter efeito de lei e se torna obrigatória, com punição para quem desrespeitá-la. Defendo um prazo para que as construções já erguidas se adaptem, e que as novas construções ou reformas instalem imediatamente este dispositivo de segurança”, argumentou o deputado Peninha.

Deputado Rogério Peninha recebe livro comemorativo dos 10 anos da Abracopel.

Recentemente, a Abracopel divulgou estatísticas que apontam para um aumento de 17,7% no número de acidentes registrados 2013 para 2014. Só nos casos de fatalidade em decorrência de choques elétricos, o índice subiu mais de 6%, ou seja, em 2013 ocorreram 592 mortes e no ano passado o número subiu para 627. Os homens ainda são ampla maioria, com 560 casos contra 67 de acidentes fatais vitimando mulheres. No caso dos curtos-circuitos, o total foi de 311 casos, sendo que 295 evoluíram para incêndio, resultando em 20 mortes (todas elas em residências). A faixa etária que mais vitima as pessoas continua entre os 21 e 40 anos, com 325 mortes.

De caráter conclusivo, o PL 8110/14 tramita na Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados. O passo seguinte será a apreciação pela Comissão de Constituição e Justiça, para depois ser encaminhado ao Senado e posterior sanção presidencial.

Fonte: Rafael Panzeti, assessoria do Deputado Rogério Peninha Mendonça

Lâmpadas fluorescentes duram menos e gastam energia em excesso, diz Proteste

Publicado


Além de queimar antes do previsto, todas as lâmpadas testadas pela Proteste deixaram a desejar em relação à capacidade de iluminação

SÃO PAULO – Muitos consumidores dão preferência às lâmpadas fluorescentes por gerar uma significativa redução na conta de luz. Porém, elas duram bem menos tempo do que o informado na embalagem, perdem rápido a luminosidade e gastam energia em excesso, revelou um estudo da Proteste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor).

A Proteste analisou oito marcas de lâmpadas fluorescentes compactas de 15W – o equivalente à lâmpada incandescente de 60W. Das oito marcas avaliadas, a associação não recomenda a compra de cinco.

Segundo o órgão, os problemas já começaram na análise da embalagem. “Apesar de todas as marcas avaliadas terem as informações obrigatórias nos rótulos, algumas embalagens informavam um falso período de durabilidade. A lâmpada Orolux, por exemplo, diz durar sete anos. Mas as análises mostraram que, ao acendê-la e apagá-la 10 vezes ao dia, não duraria sequer dois anos”, constatou o estudo.

O teste dos ciclos de acendimento, em que cada lâmpada foi programada para acender e apagar 20 mil vezes, ficando três minutos acesa e cinco minutos apagada, também mostrou problemas: todas as marcas queimaram muito antes do tempo Ao transformar os ciclos em anos de uso, os técnicos verificaram que as lâmpadas Osram, Golden, Kian e Ourolux duram menos de dois anos, se ligadas e desligadas 10 vezes por dia.

“Se ligada e desligada quatro vezes por dia, a Osram dura apenas três anos e oito meses. As marcas Golden, Kian e Ourolux, duram de quatro anos e três meses a quatro anos e oito meses. A Sylvania foi a que apresentou maior durabilidade – 8 anos, para quatro ciclos diários de acender e apagar”. Na Europa, as lâmpadas equivalentes resistem até 50 mil ciclos, sem queimar.

Capacidade de iluminação
Além de queimar antes do previsto, todas as lâmpadas testadas também deixaram a desejar em relação à capacidade de iluminação. Segundo o estudo, ao final de duas mil horas de funcionamento, o quanto de luminosidade cada lâmpada perdeu, tornando-se mais fraca. As marcas Golden, Kian, FLC e Ourolux tiveram o pior desempenho, com perda de 15% da luminosidade. A menor redução foi a da Empalux, com 11,31%.

Eficiência e qualidade
Na avaliação da eficiência energética, foi constatado que as lâmpadas FLC, Golden, Sylvania, Ourolux gastam mais energia elétrica para produzir a mesma quantidade de luminosidade. As marcas Osram, Empalux e Tashibra foram as únicas a apresentarem boa economia de energia.

Na análise da quantidade de luz produzida, o desempenho de todas as marcas são próximos, mas a Golden, Kian, Ourolux e Sylvania ainda deixaram a desejar. Quanto maior a quantidade de luz, melhor. Significa que ilumina bem o ambiente. Quanto à segurança, porém, todas as marcas testadas se saíram bem nesta análise.

As lâmpadas testadas foram: Osram Energy Saver, Empalux Super Compacta, Tashibra, FLC, Sylvania Mini-Lynx Tripla, Kian, Ourolux e Golden.

Posicionamento
Procurada pelo Portal InfoMoney, a Ourolux informou que o produto testado pela Proteste deixou de ser comercializado em 2012, sendo substituído por uma nova linha que atende a portaria atual do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia). Já a assessoria de imprensa da Taschibra afirmou que a lâmpada que foi submetida aos testes da Proteste obteve excelente resultado e foi aprovada com segurança nas normas brasileiras.

Em comunicado, a FLC ressalta que a Proteste utilizou lotes antigos das lâmpadas. “O teste da revista Proteste foi realizado com base na Portaria 489, porém com lâmpadas que seguem as especificações da Portaria 289, do Inmetro, em vigor até junho de 2013. Novos produtos já estão sendo distribuídos no mercado, com tecnologia ainda mais avançada e eficiente, de acordo com as determinações da Portaria 489.”

A Golden afirmou seu compromisso com a qualidade de suas lâmpadas comercializadas e disse que, atualmente, há dois tipos de certificação com normas diferentes, uma de 2006 e outra de 2010, da portaria do Inmetro. Ela discorda dos testes. “O que percebemos no teste foi que a lâmpada ensaiada não condiz com a atual portaria (2010), e sim corresponde à antiga norma de 2006. Não estamos de acordo com a publicação, para que seja válida a lâmpada de teste deve estar de acordo com a atual portaria.”

“Desde janeiro de 2013 a Golden tem total adequação nos produtos para atender a norma de 2010″, finalizou a assessoria de imprensa da Golden.

Até o fechamento desta matéria, a Kian, Osram, Empalux e Sylvania não se manifestaram sobre o assunto.

Fonte: Proteste

A nova luz artificial que apagará a fama das LED's

Publicado domingo, 5 de abril de 2015

domingo, 5 de abril de 2015


Os diodos luminosos - LED - que são considerados a melhor fonte de luz artificial podem estar com seus dias contados.

Um grupo de cientistas da Universidade de Tohoku, Japão, conseguiu inventar algo que os supera. É um novo tipo de fonte de luz plana feita com nanotubos de carbono, altamente eficientes, de baixo custo e com consumo mínimo de energia, publicou a revista Quo de fevereiro de 2015.

Nanotubos de carbono são estruturas finas e muito resistentes que conduzem a eletricidade. Estão cotados para ser, juntamente com o grafeno, o material do futuro, de acordo com especialistas.

"Nosso painel simples poderia obter uma alta eficiência de luminosidade, 60 lumens por watt, o que representa um potencial excelente para um dispositivo de iluminação com baixo consumo de energia", diz um dos autores da pesquisa, Norihiro Shimoi, publicado em 'Review of Scientific Instruments'.

Comparado com luzes LED, a nova fonte luminosa de carbono baseada em nanotubos tem um consumo mínimo de energia. Calcula-se que utilizam cerca de 0,1 watts por hora de operação, ou seja, 100 vezes menos do que as luzes de LED de menor potência.

Fonte: CNN Expansión
Tradução: Emerson F. Tormann

Consulta Nacional: A Norma NBR 16.280:2014 está em revisão

Publicado sábado, 4 de abril de 2015

sábado, 4 de abril de 2015

A NBR 16.280 entrou em vigor em 18/04/2014


A Consulta Nacional dos Projetos de Norma tem como finalidade consultar os interessados se é ou não recomendável a aprovação do Projeto como Norma Brasileira, pela Comissão de Estudo autora.

Todas as observações e objeções técnicas recebidas serão analisadas pela Comissão de Estudo Autora antes que este projeto seja aprovado como Norma Brasileira. No caso das objeções técnicas aceitas pela Comissão de Estudo autora resultarem em alterações de vulto neste Projeto, este será rejeitado, e a Comissão de Estudo autora desenvolverá um segundo Projeto para apreciação dos interessados, nas mesmas condições deste. Caso contrário, ele passará à condição de Norma Brasileira.

As objeções técnicas recebidas e aceitas pela Comissão de Estudo autora serão consideradas como de recomendação de aprovação.

Projeto de Norma
Número:  Projeto de Emenda ABNT NBR 16280
Título: Reforma em edificações - Sistema de gestão de reformas - Requisitos
Comitê: ABNT/CB-002 - Construção Civil
Data Limite: 27/04/2015
Restrito: Consulta aberta
Norma em Revisão: Clique Aqui para participar da consulta nacional

Visualizar projeto

» Saiba mais sobre a Norma ABNT NBR 16.280:2014
» A responsabilidade do síndico aumentou com a recente NORMA da ABNT NBR 16.280:2014

Programa de Logística Reversa de Pilhas e Baterias Portáteis

Publicado sexta-feira, 3 de abril de 2015

sexta-feira, 3 de abril de 2015

O Programa de Logística Reversa de Pilhas e Baterias Portáteis, iniciado no mês de novembro de 2010, em atendimento à Resolução Conama 401/2008, já coletou 420 toneladas de pilhas e baterias, por meio de mais de mil postos de recebimento espalhados em todo o Brasil. O programa prevê o recebimento, em todo território nacional, das pilhas e baterias portáteis usadas, entregues pelo consumidor ao comércio, e seu encaminhamento, por meio de transportadora certificada, a uma empresa que faz a reciclagem e destinação final ambientalmente adequada desse material.

Desta forma, a GM&C, empresa de logística contratada pelos fabricantes e importadores legais, cumpre estritamente todas as exigências para o transporte dos produtos. Em seguida, as pilhas e baterias coletadas nos postos de recebimento são encaminhas à empresa Suzaquim Indústria Química, localizada na região metropolitana da Grande São Paulo. Os custos do transporte dos materiais recebidos nos postos de recebimento, bem como da destinação final, são de responsabilidade das empresas participantes do programa.

A operação contempla todas as pilhas e baterias portáteis comercializadas no país, porém, com tratamentos distintos. As pilhas recebidas das marcas que participam do Programa Abinee Recebe Pilhas (Alfacell, Bic, BRW, Carrefour, Duracell, Elgin, Energizer, Eveready, Kodak, Panasonic, Philips, Qualitá, Rayovac, Pleomax, Sieger, SJC Ceras) seguem todos os trâmites normais, enquanto, as demais, recebidas no mesmo lote, têm tratamentos diferenciados.

Se forem regulares, a Abinee notifica a marca responsável para que assuma seu passivo, porém, se forem ilegais, as autoridades de órgãos como o Ibama, Polícia Federal, Receita Federal e o próprio Ministério do Meio Ambiente são informadas para que adotem as medidas cabíveis.

O sucesso do programa está diretamente ligado à adesão e consciência do consumidor, evitando a compra de pilhas e baterias que não atendam a Resolução Conama 401 que consequentemente oneram o programa para as empresas participantes, bem como levando suas pilhas usadas nos pontos de recebimento estabelecidos pelo Programa, as quais serão destinadas corretamente.

Termo de Compromisso com o Estado de São Paulo
A experiência do programa foi aplicada para o atendimento à resolução SMA38/2011, que trata da responsabilidade pós-consumo de produtos sujeitos a logística reversa. Neste sentido, a Abinee assinou, em fevereiro de 2012, o Termo de Compromisso para Responsabilidade Pós-Consumo de Pilhas e Baterias Portáteis com o governo estadual de São Paulo, por intermédio da Secretaria do Meio Ambiente, e da Cetesb.

O termo visa à articulação da Abinee, junto às empresas responsáveis pela destinação destes produtos, em parceria com a Secretaria do Meio Ambiente e a CETESB, no sentido de divulgar e ampliar o Sistema de Responsabilidade Pós-Consumo, do Programa Abinee Recebe Pilhas, para recebimento, armazenamento e destinação final ambientalmente adequada de pilhas e baterias portáteis usadas.

Conheça a relação dos postos de recebimento do Programa Abinee Recebe Pilhas em todo o Brasil.

Veja os pontos de coleta em Brasília / DF

Nome Fantasia Endereço Bairro
BRASÍLIA NORTE - CARREFOUR SETOR AUXILIAR DE GARAGENS OFICINAS E COMÉRCIO AFINS TAGUATINGA NORTE (TAGUATINGA)
CARREFOUR - BRASILIA ASA NORTE STN LOTE J CARREFOUR ASA NORTE
CARREFOUR - BRASÍLIA SUL SMAS TRECHO 2 CARREFOUR ZONA INDUSTRIAL (GUARÁ)
CARREFOUR - CD BRASILIA QUADRA AC 101 SANTA MARIA
CARREFOUR - CENTRO OESTE QUADRA QS 3 RUA 420 AREAL (ÁGUAS CLARAS)
CARREFOUR - DF - ASA NORTE 512 QUADRA SEPN 514 BLOCO E ASA NORTE
CARREFOUR - DF - ASA NORTE II QUADRA EQS 504/505 ASA SUL
CARREFOUR - DF - ASA SUL I QUADRA EQS 402/403 ASA SUL
CARREFOUR - DF - ASA SUL II QUADRA SQS 311 ASA SUL
CARREFOUR - DF - BOM MOTIVO QUADRA SHIS QI 13 SETOR DE HABITAÇÕES INDIVIDUAIS SUL
CARREFOUR - DF - LAGO SUL CAMPUS UNIVERSITÁRIO DARCY RIBEIRO UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA (UNB) ASA NORTE
CARREFOUR - PLATAFORMA PERECIVEIS BRASILIA QUADRA AC 101 SANTA MARIA
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE ESPLANADA DOS MINISTÉRIOS BLOCO B ZONA CÍVICO-ADMINISTRATIVA
PANANORTE TEC ELET LTDA ME- AT PANASONIC SCLN,206 BLA LJ3/21 ASA NORTE
PÃO DE AÇUCAR LOJA 0304 QI5 GILBEERTO SALOMAO LAGO SUL
PÃO DE AÇUCAR LOJA 0310 QUADRA CRS 516 BLOCO A - LOJAS 45 E 46 ASA SUL
PÃO DE AÇUCAR LOJA 1218 QUADRA SQS 304 BLOCO A ASA SUL
PÃO DE AÇUCAR LOJA 1219 SHCS 308/309 S/N BLOCO A ASA SUL ASA SUL
PÃO DE AÇUCAR LOJA 1228 QUADRA EQS 405/406/407 BLOCO A ASA SUL
PÃO DE AÇUCAR LOJA 1229 EQN 404/405 S/N BLOCO A ASA NORTE
PÃO DE AÇUCAR LOJA 1230 SHIN QI02 AREA ESPECIAL S/N BL A LAGO NORTE
PÃO DE AÇUCAR LOJA 1233 QUADRA EQN 508/509 BLOCO A ASA NORTE
PÃO DE AÇUCAR LOJA 1296 CCSW 06 LOJAS 4/5 COMERCIO SUDOESTE
PÃO DE AÇUCAR LOJA 1347 SETOR STN, SN LOTE ASA NORTE ASA NORTE
PÃO DE AÇUCAR LOJA 1355 TRECHO SIA TRECHO 12 ZONA INDUSTRIAL (GUARÁ)
PÃO DE AÇUCAR LOJA 1366 SMAS, S/N,TRECHO 3 CONJ 5 GUARA GUARA
PÃO DE AÇUCAR LOJA 1372 QNM 11 LOTE 06 S/N LOJA E MEZANINO CEILANDIA
PÃO DE AÇUCAR LOJA 1602 SRIA - AREA ESPECIAL K N.02 GUARA I
PÃO DE AÇUCAR LOJA 2328 (ASSAI) TRECHO SIA TRECHO 12 ZONA INDUSTRIAL (GUARÁ)
PÃO DE AÇUCAR LOJA 2330 - (ASSAI) QUADRA QNM 11, LOTE 6 MEZANINO CEILÂNDIA SUL (CEILÂNDIA)
PÃO DE AÇUCAR LOJA 2372 QUADRA QUADRA 206 S/N LOTE 02 LOJA 06 SUL (ÁGUAS CLARAS) TAGUATINGA
PHILIPS - ELETR CERRO AZUL IND COM QUADRA 03, LOTE 03, ST SUL GAMA
PHILIPS - HASAN E LEMOS ELETRONICA LTDA ME QUADRA QNE 34 LOJA 01 TAGUATINGA NORTE (TAGUATINGA)
PHILIPS - MARIA DE LOURDES DA SILVA ASAKAZU QUADRA CLS 211 BLOCO C, 33 ASA SUL
WAL MART SUPERCENTER ASA NORTE SETOR STN CONJUNTO 1 ASA NORTE
ATACADÃO BRASÍLIA ASA NORTE STN- CONJUNTO H , SN ASA NORTE
ATACADÃO TAGUATINGA QNL 01 SETOR L NORTE - QD. RESIDENCIAL TAGUATINGA
PÃO DE AÇUCAR LOJA 1603 RUA 420 QUADRA 03 LOTE 04 AGUAS CLARAS

Biomassa garante seu lugar no setor elétrico em 2015

Publicado quinta-feira, 2 de abril de 2015

quinta-feira, 2 de abril de 2015


A biomassa vem cada vez mais garantindo o seu lugar nos investimentos voltados para energia renovável. Segundo a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) a bioeletricidade representou mais de 4% do consumo nacional de eletricidade ao longo de 2014, chegando a atingir 7% durante o chamado período seco, entre os meses de maio e novembro.

Somente em 2014 a energia elétrica gerada a partir da fonte biomassa e ofertada para o Sistema Elétrico Brasileiro foi de quase 21 mil GWh, um valor 18% maior em relação a 2013. Foram utilizados 21 mil GWh de biomassa para evitar a emissão de 10,7 milhões de toneladas de gás carbônico (CO²).

Essa fonte de energia também contribui para economizar a água dos reservatórios durante os períodos de baixa enfrentados em 2014. De acordo a Associação da Indústria de Cogeração de Energia (COGEN) e ea União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), essa geração fornecida pela fonte biomassa foi equivalente a termos poupado 14% da água nos reservatórios das hidrelétricas do submercado elétrico Sudeste/Centro-Oeste, principal do País, responsável por 60% do consumo de eletricidade.

Reforçando a entrada definitiva da biomassa no setor elétrico, para 2015 já estão agendados três certames para contratação de energia em longo prazo: o Leilão de Fontes Alternativas, que acontecerá em 27 de abril; o Leilão A-5, agendado para 30 de abril; e o Leilão A-3, previsto para 24 de julho.

Fonte: Energio Nordeste

O prazo para participar da audiência pública vai até 25 deste mês

Publicado quarta-feira, 1 de abril de 2015

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Projeto de Lei do Senado - PLS 619/2011 - Institui o Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação.

O Sistema de Audiências Públicas do Confea tem o objetivo de coletar manifestações de profissionais, estudantes e da sociedade em geral sobre projetos e legislações do Sistema Confea/Crea que afetam a vida do profissional e a segurança pública.

De 15h0min do dia 26/03/2015 até 18h0min do dia 25/04/2015.

Regulamentar os artigos 218 e 219 da Constituição Federal para instituir o Código de Ciência, Tecnologia e Inovação. Disciplina o estímulo à construção de ambiente especializados e cooperativos de inovação, o estímulo à participação das Entidades de Ciência, Tecnologia e Inovação (ECTIs) públicas no processo de inovação, o estímulo à inovação nas ECTIs privadas com fins lucrativos e o estímulo ao inventor independente. Dispõe sobre a autorização de instituição de fundos mútuos de investimentos em ECTIs privadas com fins lucrativos, acerca dos quais a Comissão de Valores Mobiliários editará normas complementares no prazo de 90 dias de publicação da lei. Dispõe sobre a formação, capacitação de recursos humanos e agregação de especialistas em ECTI. Estabelece a forma de acesso à biodiversidade. Regulamenta as importações de produtos destinados à pesquisa científica, tecnológica e inovação. Dispõe acerca das aquisições e contratações de bens e serviços em Ciência, Tecnologia e Inovação; estabelece os princípios, as seleções e a aquisição direta, dispõe sobre a formalização, a execução de contratos e a prestação de garantia nas contratações de compras ou serviços. Estabelece o procedimento para recurso das decisões decorrentes da aplicação do código. Dispõe sobre a inexecução e a rescisão de contratos, as sanções administrativas, os crimes e as penas. Altera o inciso V do artigo 13 da Lei nº 6.812, de 19 de agosto de 1980 (Define a situação jurídica do estrangeiro no Brasil, cria o Conselho Nacional de Imigração) para dispor que o visto temporário poderá ser concedido ao estrangeiro que pretenda vir ao Brasil na condição de cientista, pesquisador, professor, técnico ou profissional de outra categoria, sob regime de contrato ou a serviço do Governo brasileiro ou ainda por intermédio de bolsa vinculada a projeto de pesquisa, desenvolvimento e inovação concedida por órgão ou agência de fomento. Altera a Lei 11.540, de 12 de novembro de 2007 (Dispõe sobre o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - FNDCT; altera o Decreto-Lei nº 719, de 31 de julho de 1969, e a Lei no 9.478, de 6 de agosto de 1997; e dá outras providências) para dispor que constituem receita do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) o produto do rendimento de suas aplicações em programas e projetos, a devolução das receitas de operações de investimento da FINEP e outras que lhe vierem a ser destinadas, bem como para estabelecer as modalidades de aplicação de recursos do FNDCT. Altera o artigo 37 da Lei nº 12.309, de 09 de agosto de 2010 (Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração e execução da Lei Orçamentária de 2011) para disciplinar que a transferência de recursos prevista na Lei 4.320, de 1964 a entidade privada sem fins lucrativos, dependerá da justificação pelo órgão concedente de que a entidade complementa de forma adequada os serviços já prestados diretamente pelo setor público e ainda de apresentação da prestação de contas de recursos anteriormente recebidos, nos prazos e condições fixados na legislação e inexistência de prestação de contas rejeitada. Revoga a Lei nº 10.973, de 2 de dezembro de 2004 (Dispõe sobre incentivos à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo e dá outras providências) e a Lei nº 8010, de 29 de março de 1990 (Dispõe sobre importações de bens destinados à pesquisa científica e tecnológica, e dá outras providências).

PLS - PROJETO DE LEI DO SENADO, Nº 619 de 2011

Decisão da Aneel poderá amenizar reajuste da conta de luz em três estados

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Ao aprovar hoje (31) um valor para as cotas mensais da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), com o objetivo de amortizar as operações de crédito para a energia adquirida no mercado regulado, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) criou condições para amenizar o reajuste tarifário de sete distribuidoras de energia elétrica localizadas em São Paulo, na Paraíba e no Rio de Janeiro.

Uma delas é a Ampla Energia e Serviços, que obteve, no início do mês, autorização para reajustar em até 56,15% a conta de luz dos cerca de 2,8 milhões de clientes em 66 municípios do Rio de Janeiro, entre os quais Niterói, São Gonçalo, Itaboraí e Magé. Ao todo, a Ampla atende a 7 milhões de pessoas que vivem em 32 mil quilômetros quadrados, o equivalente a 73% do território estadual. A previsão era aumento médio de 42,19%. Para consumidores de baixa tensão, o efeito médio será 36,41% e, para os de alta tensão, 56,15%. Consumidores residenciais tiveram alta de 34,95% na conta de luz.

Com a decisão de hoje, a diretoria da Aneel autoriza que o valor total da CDE destinado à amortização das contratações de energia regulada (R$37,4 bilhões) seja dividido em “cotas mensais de acordo com o mercado cativo de cada concessionária”. A partir dessa decisão, a agência determinou à área técnica que submeta à diretoria da agência a retificação dos reajustes tarifários de 2015 das empresas CPFL Jaguari, CPFL Mococa, CPFL Santa Cruz, Companhia Paulista de Energia Elétrica e Companhia Sul Paulista de Energia, todas de São Paulo, além da Energisa Borborema, da Paraíba, e da Ampla.

No dia 10 de março, quando o reajuste foi aprovado, o diretor da Aneel, Romeu Rufino, disse que a Ampla seria “caso único”, diferenciado, por não ter participado do processo de revisão extraordinária. “Com isso, foi um dos processos que tiveram os menores reajustes no ano passado.”

A energia contratada no mercado regulado – Conta no Ambiente de Contratação Regulada – tem por finalidade cobrir gastos das distribuidoras entre fevereiro e dezembro de 2014 com a exposição involuntária no mercado de curto prazo e com o despacho de usinas térmicas acionadas para compensar as baixas nos reservatórios das usinas hidrelétricas.

Fonte: EBC

Fios de cobre podem transmitir e armazenar energia

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Os fios de cobre usados para transportar eletricidade estão por toda parte. Mas agora a nanotecnologia está possibilitando que esses mesmos fios de cobre sejam usados simultaneamente para armazenar energia, funcionando como uma espécie de bateria.

Zenan Yu e Jayan Thomas, da Universidade Central da Flórida, nos Estados Unidos, começaram com um fio de cobre comum.

Eles então cresceram uma camada de minúsculos pilares na superfície do fio, cada pilar medindo poucos nanômetros de altura - você não conseguiria senti-los se passasse o dedo pelo fio.

Esses nanopilares foram então recobertos com uma liga especial de ouro, prata e óxido de manganês, transformando-os em um eletrodo.

Antes de fazer o outro eletrodo - são necessários dois para uma bateria ou capacitor - a dupla recobriu os nanopilares com uma fina camada de plástico isolante e, então, acrescentou outra camada metálica.

Como a camada plástica que recobre os nanopilares é isolante, o fio interno de cobre retém sua capacidade de transportar eletricidade normalmente, enquanto as camadas externas armazenam energia.

Supercapacitor coaxial
Tecnicamente a equipe criou um supercapacitor coaxial, que potencialmente pode ser construído ao longo de toda a extensão dos fios de cobre.

O professor Thomas afirma que a mesma técnica pode ser usada em outros tipos de materiais, eventualmente integrando fiação, baterias e células solares em estruturas flexíveis, todas em formato de fio, que podem ser tecidas juntas e usadas para alimentar pequenos aparelhos eletrônicos, como celulares e tablets.

O fio-bateria ainda não está pronto para ser usado - será necessário avaliar sua resistência mecânica e aferir sua capacidade de armazenamento, por exemplo - mas o conceito, permitindo conduzir e armazenar eletricidade no mesmo fio, pode ajudar a reduzir o tamanho, ou mesmo a necessidade, das baterias.

Já existem baterias flexíveis feitas com outras técnicas, mas nenhuma aproveita o próprio fio que conduz a eletricidade.

Para ajudar na integração sugerida pelo pesquisador, rumo às roupas eletrônicas, pesquisadores chineses recentemente criaram células solares em formato de fios.

Fonte: CIMM
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