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Balanço das negociações dos reajustes - DIEESE

Publicado domingo, 30 de agosto de 2015 Nenhum comentário
As negociações salariais do primeiro semestre de 2015 mostram queda na proporção de reajustes com ganho real diante do mesmo painel analisado nos últimos oito anos. Houve também redução no aumento real médio, que apresentou o menor valor desde 2008.

Agosto de 2015

Representantes dos trabalhadores debatem sobre PPE terça (1º)

Publicado Nenhum comentário
A criação do Programa de Proteção ao Emprego (PPE) vai ser debatida na terça-feira (1º), às 14h30, em reunião da comissão mista que analisa a MP 680/15. Foram convidados para o encontro representantes do governo e dos trabalhadores.

De acordo com o presidente da comissão, senador Sérgio Petecão (PSD-AC), e com o relator, deputado Daniel Vilela (PMDB-GO), a audiência tem por objetivo ouvir dos convidados sugestões para o aperfeiçoamento da matéria.

Também foram convidados representantes dos ministério do Trabalho e Emprego, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, da Secretaria-Geral da Presidência da República e da Secretaria da Micro e Pequena Empresa.

Os trabalhadores serão representados pela Nova Central, União Geral dos Trabalhadores (UGT), Força Sindical, Central Única dos Trabalhadores (CUT), Confederação Nacional dos Metalúrgicos, Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e Confederação Nacional das Profissões Liberais (CNPL).

Minimizar desemprego

A MP 680/15 foi editada pelo governo com o objetivo de minimizar a crise do desemprego, em razão da econômica. A proposta permite redução limitada de salários e jornada nas empresas que aderirem ao PPE. As empresas poderão reduzir em 30% os salários e a jornada de trabalho por tempo determinado, desde que não efetuem demissões no período.

O governo federal bancará uma complementação para os trabalhadores, equivalente à metade da redução salarial, com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). A MP já recebeu 175 emendas. De acordo com o calendário de trabalho da comissão, o relatório final deve ser apresentado em 17 de setembro.

Saiba mais:


» Governo autoriza 3 adesões ao Programa de Proteção ao Emprego



Edital de Convocação - Assembléia

Publicado sábado, 22 de agosto de 2015 Nenhum comentário
O Sindicato dos Técnicos Industriais de Nível Médio do Distrito Federal, Sede no SEPN 516 Bloco BL “A” sala 508, Brasília-DF, convoca os Técnicos Industriais e empregados das empresas vinculadas aoSIND. NAC. EMPRESAS DE ARQUIT. E ENG. CONSULT. SINAENCO-DF, comparecerem à Assembleia Geral Extraordinária, na sede do SINTEC-DF, em 24/08/2015 às 17:00 horas primeira convocação e 18:00 horas em segunda convocação com o quórum estabelecido no Estatuto, para deliberarem sobre a seguinte pauta:


- Aprovar os itens da Convenção Coletiva de Trabalho da data base 1º de maio de 2015 com o SINAENCO-DF.


Técnico em Edificações Luzimar Pereira
Presidente


Edital de Convocação SINAENCO (PDF)

Brasil vence WorldSkills e SENAI se firma como melhor instituição de educação profissional do mundo

Publicado terça-feira, 18 de agosto de 2015 Nenhum comentário


Brasil conquistou o melhor lugar no ranking de pontos e no quadro geral de medalhas da WorldSkills 2015, a maior competição de educação profissional do mundo. O resultado mostra que o ensino técnico é a oportunidade para transformar a vida de milhares de jovens. Valeu Brasil!

DIEESE 60 ANOS - O QUE FAZ O DIEESE?

Publicado quinta-feira, 13 de agosto de 2015 Nenhum comentário
Publicado em 12 de ago de 2015


Em 2015, o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) faz 60 anos. O SintimmmebTV entrevistou o Supervisor Técnico e Economista do Dieese Santa Catarina, José Álvaro de Lima Cardoso. Assista aos quatro vídeos da entrevista.

  • A parte 1 falará das atribuições e funções da instituição;
  • A parte 2 abordará o motivo sobre o qual Brusque é uma das duas cidades no país fora das capitais a receber pesquisa de preços dos itens da cesta básica;
  • Na parte 3, o economista faz uma breve análise sobre o atual momento do país, política e economicamente;
  • A parte 4 falará do que representa a marca de 60 anos de existência da entidade.








Acordo Coletivo com DFTEK

Publicado sábado, 8 de agosto de 2015 Nenhum comentário

Confira os cursos técnicos com mais vagas de emprego abertas

Publicado domingo, 26 de julho de 2015 Nenhum comentário

Nos primeiros quatro meses de 2015, a procura por esses profissionais cresceu 15% em relação ao mesmo período do ano passado, diz pesquisa.


Técnicos Industriais de Nível Médio
Clique na imagem para assistir ao vídeo.


Quem procurou na qualificação uma arma contra o desemprego, está encontrando vaga de trabalho. Tem vaga garantida, mas para quem investiu no curso técnico certo.

Não é para todos os cursos. Tem vaga, principalmente, para técnicos em eletrônica, mecânica, mecatrônica. Esse tipo de profissional joga nas 11, pode trabalhar na indústria automotiva, tem qualificação para trabalhar na indústria de alimentos no setor de serviços e até no comércio.

Eles fazem parte de um grupo de trabalhadores que estão na contramão do momento dificil da economia brasileira. Os técnicos com boa formação, o mercado ainda abre vagas.

Nos quatro primeiros meses do ano, a procura por esses profissionais cresceu 15% em relação ao mesmo período do ano passado. É o que diz uma pesquisa feita pela empresa de consultoria e recrutamento Page Personnel.

Supervisor de uma empresa de tecnologia da informação, Cássio confirma. A empresa dele fica em Cascavel, no Paraná. E o tipo de trabalhador que ele, normalmente, procura não vem de universidades e nem de escolas regulares. “Sempre temos dificuldades de encontrar pessoas já preparadas. Então, o curso técnico neste caso, nos aponta para aquelas pessoas que nós podemos investir”, afirma Cássio Myrke, supervisor da Constel.

Mas esse profissional que continua requisitado apesar da crise, não é qualquer técnico não. A pesquisa mostrou quais são os sete cargos mais procurados este ano. Entre eles, está o de técnico em eletroeletrônica e em eletrotécnica. Foi o curso que o Lucas Sousa escolheu.

Ele fez o curso, de dois anos, enquanto concluía o Ensino Médio, queria começar logo a trabalhar para poder pagar a faculdade de engenharia. Até o ano passado, atuava na área de refrigeração, era funcionário de uma fabricante de cervejas, agora está em uma empresa que produz e faz manutenção de elevadores. Já chegou com promessa de promoção e hoje é supervisor. “A pessoa que estuda eletrotécnica, se ela tiver determinação, ela vai entender o serviço, ela vai entender como funciona a eletricidade, dali ela vai poder trabalhar em qualquer parte”, conta o técnico em eletrônica.

Se Lucas está preocupado com a crise? “Não, Estou preocupado em me formar e já dar o próximo passo”, afirma.

Os outros técnicos mais procurados são os formados em automação industrial, mecatrônica, qualidade, logística, manutenção mecânica e mecânica.

Mas o que essas profissões têm de tão especial?

“Seriam as profissões curingas. Então um técnico em mecânica ele trabalha em uma indústria automotiva, em uma indústria de alimentos, ele trabalha no setor de serviços prestando serviços para outras indústrias e também no comércio. Esse é um exemplo clássico que são profissões que conseguem circular no mercado de trabalho mesmo em um momento de crise”, afirma Márcio Guerra, gerente de estudos do CNI/SENAI.

O gerente do Senai lembra que não basta ter a formação. Tem muito técnico desempregado. Para se destacar, além de escolher a área certa, é preciso se qualificar. “Esses profissionais que tem essa qualificação e que tem outras competências, como outro idioma, sabem trabalhar em equipe, tem bom relacionamento interpessoal, nesse momento também são desejados pelo mercado de trabalho, sobretudo pela indústria”, indica Márcio Guerra.

A oferta de vagas em cursos técnicos de nível médio no Brasil aumentou 55% em cinco anos, mas ainda não é o suficiente. Uma fábrica de papéis especiais, em Piracicaba, decidiu fazer uma parceria com uma escola particular para qualificar os funcionários com um curso especifico de química para papéis. O investimento valeu a pena.

“Já vemos a qualificação técnica na área, as análises aprimoradas, os processos, muitos processos produtivos já aprimorados, além da motivação, da melhor capacidade técnica e muitos, podemos colocar, 40% dos profissionais que participaram do curso já foram promovidos”, diz a analista de RH, Ana Graziella Lavorete.

Conseguir uma vaga em um curso técnico de qualidade não está assim tão fácil. Porque o Governo Federal reduziu o número de vagas no Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico, o Pronatec, para um milhão este ano. Um terço do total oferecido no ano passado.

Fonte: G1

SINTEC-DF participa de audiência pública que discute Novo Código de Edificações

Publicado quarta-feira, 15 de julho de 2015 Nenhum comentário
Documento deverá ser um instrumento de política urbana que privilegie espaços públicos. Minuta está disponível para receber sugestões

Secretário Thiago de Andrade, Luiz Otavio Rodrigues, Francisco Antunes e o presidente do Crea-DF, Flavio Correia
O Sec. adjunto Luiz Otavio Rodrigues, o Secretário Thiago de Andrade,
o presidente do Crea-DF, Flavio Correia e 
Francisco Antunes. Foto: Ascom Segeth

A minuta do novo Código de Edificações de Brasília foi mais uma vez colocada em discussão pela Secretaria de Gestão do Território e Habitação. Nesta terça-feira (14) à noite, a pasta promoveu uma consulta pública para apresentar o texto e recolher sugestões. Cerca de 40 pessoas, entre arquitetos, engenheiros, representantes de sindicatos e técnicos em edificações, além de outros profissionais ligados à construção civil, participaram do encontro, no auditório do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Distrito Federal (Crea-DF), na 901 Sul.

Diretores do SINTEC-DF Carla Capuzo, Emerson Tormann e Jurandir, juntamente com o presidente Luzimar na Audiência Pública que discute o novo Código de Obras e Edificações do Distrito Federal
Presid. Luzimar e Diretores
O secretário Thiago de Andrade e o adjunto, Luiz Otavio Rodrigues, revezaram-se para responder às perguntas. As mais recorrentes foram relativas à acessibilidade, a conflitos entre a legislação vigente e o que determina a Associação Brasileira de Normas Técnicas, à inclusão do técnico em edificações como analista de projetos e à segurança jurídica. "O artigo 23 da minuta é exclusivo e não contempla a competência dos técnicos em edificações nas avaliações dos projetos apresentados à secretaria. Os técnicos de nível médio atuam diretamente nessas áreas e não devem ficar de fora do projeto de lei que será apresentado à Câmara Legislativa", defende Luzimar Pereira, Presidente do SINTEC-DF.

"O novo código trará inovações em relação à acessibilidade, ao meio ambiente e à sustentabilidade", destaca Andrade. Também estiveram presentes no debate o subsecretário de Informação, Normatização e Controle, Francisco Antunes, e o presidente do Crea-DF, Flavio Correia.

Todas as ponderações e propostas de mudanças e de inclusão — feitas presencialmente ou via on-line — de assuntos não contemplados na nova versão do Código de Edificações serão analisadas pela Comissão Permanente de Monitoramento do Código de Edificações do Distrito Federal. Instituído em 23 de abril, o grupo reúne-se duas vezes por semana para acelerar a conclusão da minuta. Até as 17 horas de hoje, 52 sugestões tinham sido encaminhadas ao site da secretaria, onde a minuta está disponível para contribuições, por meio de um formulário eletrônico. Para acessá-lo pela primeira vez, é necessário preencher um cadastro.

Audiência pública

Depois de receber os ajustes sugeridos, desde que tecnicamente viáveis, o novo Código de Edificações será objeto de uma nova audiência pública, última etapa antes da apresentação do projeto de lei à Câmara Legislativa do Distrito Federal. A meta da secretaria é encaminhá-lo ao Legislativo entre o fim de agosto e meados de setembro.

Segundo Andrade, a proposta da Secretaria de Gestão do Território e Habitação é construir um documento de simples compreensão e leitura e que facilite a aprovação e o licenciamento de projetos. Além disso, ele deverá ser um instrumento de política urbana que privilegie o espaço público, a sustentabilidade, eficiência energética e responsabilize os autores do projeto e da obra.

Em junho, um ciclo de debates foi realizado com representantes de entidades organizadas de segmentos profissionais e acadêmicos, como engenheiros e arquitetos. Também no mês passado, a secretaria promoveu uma oficina técnica na Universidade de Brasília para discutir o tema.

Regido pela Lei nº 2.105, de 8 de outubro de 1998, o Código de Edificações de Brasília é responsável por padronizar as construções, reformas e demolições e pelo licenciamento das obras de engenharia e arquitetura. Ele estabelece padrões de qualidade dos espaços edificados, que devem respeitar as condições mínimas de segurança, conforto, higiene, sustentabilidade e saúde.

Fonte: Agência Brasília com atualização do SINTEC-DF

Mais informações

Código de Edificações
Minuta do Código de Edificações do DF

Participe você também da elaboração da minuta do Projeto de Lei que pretende criar o Novo Código de Edificações do DF, ele será apresentado pelo Executivo à Câmara Legislativa do DF. Exerça sua cidadania, deixe aqui suas contribuições! Saiba mais aqui.

Facebook: sec.territorioehabitacaodf
Twitter: @Habitacao_DF
Youtube: Segeth Ascom
Web: www.segeth.df.gov.br

Portaria altera NR-12

Publicado quarta-feira, 1 de julho de 2015 Nenhum comentário

Publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (27), a Portaria nº 857 altera procedimentos de segurança no trabalho em máquinas e equipamentos.


Com o objetivo de melhorar a segurança no trabalho em máquinas e equipamentos, foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (27) a Portaria nº 857, que altera a Norma Regulamentadora nº 12 (NR-12). A Portaria é resultado do consenso obtido após intensos debates do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) com empregadores e trabalhadores no âmbito da Comissão Nacional Tripartite Temática da NR12 e da Comissão Tripartite Paritária Permanente (CTPP). O ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, se empenhou para essa alteração e afirmou que sua prioridade é a atualização e modernização dos processos. “Desde que cheguei ao ministério estamos procurando atualizar a discussão e modernizar a interpretação da legislação em pontos que são importantes, como as máquinas e equipamentos”, afirmou Dias.

Para o ministro foi importante o debate tripartite e a participação das bancadas para a publicação. “Depois de um longo prazo, saliento a contribuição das bancadas dos trabalhadores e empregadores. Essa participação fortalece o tripartismo que apoiamos no ministério do Trabalho”, concluiu.

As principais inovações da Portaria foram o tratamento diferenciado para microempresas e empresas de pequeno porte nas obrigações de capacitação, reconstituição de manual de instruções de máquinas antigas e elaboração de inventário e dispensa do cumprimento dos requisitos da NR-12 a máquinas e equipamentos de fabricação nacional destinados à exportação.

Outras mudanças foram a exclusão da expressão ‘falha segura’ do texto da Norma e do Glossário, com substituição pelo conceito de ‘estado da técnica’; corte temporal em relação a tensão de operação dos componentes de partida, parada, acionamento e outros controles que compõem a interface de operação das máquinas; e permissão expressa da movimentação de máquinas e equipamentos que não atendem à NR 12 fora das instalações da empresa para reparos, adequações, modernização tecnológica, desativação, desmonte e descarte.

A Portaria está disponível na página do MTE.

SINTEC-DF participa de Seminário promovido pela CNPL

Publicado terça-feira, 30 de junho de 2015 Nenhum comentário
A Confederação Nacional das Profissões Liberais – CNPL, realizou no dia de ontem (29/6),em sua sede, em Brasília, o Seminário “O Universo do Trabalho em Transformação: O que o Futuro nos Reserva?”, que fez parte das atividades relacionadas à Reunião do Conselho Deliberativo da entidade.

O presidente da CNPL, Carlos Alberto Schmitt de Azevedo, saudou os presentes, dirigentes de Confederações, Federações e Sindicatos de todo o Brasil, e ressaltou a importância de se discutir o sindicalismo e as relações de trabalho através de pautas que tenham sempre o trabalhador como personagem principal.

“É papel preponderante do movimento sindical, através de seus dirigentes, nesse momento de profunda transformação pelo qual passa o universo do trabalho, apontar sempre aos seus representados o caminho da qualificação, da atualização e da capacitação como caminho seguro para o crescimento profissional. A CNPL vem trilhando esse caminho com determinação, buscando ampliar as parcerias que proporcionem alcançar esse objetivo”, disse Azevedo.

Presente na abertura do evento, o coordenador nacional do FST - Fórum Sindical dos Trabalhadores (entidade que congrega as Confederações Nacionais de Trabalhadores), Lourenço Ferreira do Prado, analisou o avanço, que qualificou como quase surreal, pelo qual o mundo do trabalho vem passando.

“Esse é um debate do qual o movimento sindical não pode se esquivar sob pena de perder o bonde da história. Em um passado recente cometemos erros que custaram atrasos e perdas aos trabalhadores por não entendermos à época a importância e o alcance das transformações que estavam acontecendo. Neste momento temos de estar à altura das expectativas dos trabalhadores e estarmos todos juntos nesse momento de transição e de quebra de paradigmas”, reforçou Lourenço do Prado.

Mundo em transformação

O primeiro palestrante convidado foi o sindicalista João Felício, presidente da CSI – Confederação Sindical Internacional, reconhecida como a maior entidade de representação laboral do mundo e que proporcionou um amplo debate sobre o momento difícil pela qual passam as relações de trabalho no mundo.

“A CSI enxerga o atual momento das relações de trabalho no mundo de forma muito preocupante, pois vêm seguindo uma lógica com a qual não concordamos. A maioria dos governos, bem como os empresários, a muitos e muitos anos vem pressionando no sentido de desregulamentar as relações de trabalho em todos os níveis. Portanto estamos observando esse deslocamento do capital, aliado a maioria dos governos, com muita preocupação”, afirmou Felício.

Para o dirigente, a lógica do movimento sindical hoje, é fazer o enfrentamento global, pois em seu entendimento, não adianta centrais sindicais ficarem travando a luta por países, pois aí a possibilidade de verem seus pleitos derrotados é muito maior do que se fizermos a luta em escala global.

“Precisamos, também rediscutir o papel dos organismos internacionais; é preciso que o movimento sindical discuta tributos, que sabemos que recaem com peso sempre sobre os mais pobres, haja vista que na maioria dos países não são os ricos que pagam impostos. É necessário se debater o tamanho do estado, o tipo de serviço que ele oferece, que tipo de legislação trabalhista queremos”, enumera.

Hoje em dia, para Felício, tanto no Brasil, quanto no mundo, os direitos trabalhistas vêm sendo duramente atacados, seja em nome de uma flexibilização ou sua retirada pura e simples. “Contra isso, o movimento sindical precisa de unidade entre os trabalhadores do Norte e do Sul, da Europa e das Américas, entre a Ásia e a África, para discutirmos e pressionarmos os organismos internacionais no sentido de que em qualquer reforma em curso, os direitos trabalhistas sejam preservados, uma vez que as tônicas das reformas são sempre no sentido de retirar direitos”, reforça.

Ao concluir, Felício ressaltou que a despeito das mudanças aceleradas das reformas nas relações de trabalho, principalmente em decorrência dos grandes avanços tecnológicos, o movimento sindical não adota uma postura contrária a elas.

“O grande debate é o tipo de organização sindical do futuro para fazer frente a essas mudanças e garantir sempre os direitos e a dignidade do trabalho e dos trabalhadores”, disse.

Trabalho decente no Brasil e no mundo

O segundo palestrante do dia foi José Ribeiro, Oficial de Projetos da OIT – Organização Internacional do Trabalho, coordenador no Brasil do projeto “Monitorando e Avaliando o Progresso do Trabalho Decente”.
O conceito de trabalho decente foi formalizado pela OIT em 1999, e sintetiza sua missão histórica o ideal de promover oportunidades para que  homens e mulheres possam conseguir um trabalho produtivo e de qualidade em condições de liberdade, equidade, segurança e dignidade humana.

Segundo José Ribeiro, atualmente, o Brasil vem se tornando o grande laboratório e celeiro mundial das experiências de implantação do conceito de trabalho decente.

“Eu diria muito mais do que isso, é o lugar no qual o conceito vem se configurando em um paradigma de ação, onde já contamos com Plano Nacional de Trabalho Decente, o país também possui a primeira experiência de uma agenda subnacional de Trabalho Decente, que começou em 2007, no estado da Bahia, e hoje já se encontra disseminado por mais dez estados, além da implementação também de agendas setoriais, de caráter mais específico”, anotou Ribeiro.

Para Ribeiro, do ponto de vista não só do conceito, mas também no campo das ações práticas, o Brasil posiciona-se na vanguarda do cenário internacional.

“Temos observado uma coisa fundamental para que essa experiência seja bem concebida e aplicada na prática depende do bom exercício do diálogo social, sobretudo entre empregadores e trabalhadores e onde existe esse diálogo, as ações de trabalho decente conseguem ser implantadas com mais efetividade”.

Outro desafio, na visão de Ribeiro, diz respeito às dimensões e complexidades brasileiras. “Nesse aspecto, é muito importante que hajam as agendas estaduais e sub-regionais e municipais, e para isso é necessário que toda essa ação se transforme em política de estado e não apenas uma política de governo. O Trabalho Decente tem de transcender aos governos, que são transitórios e se entranhar na alma do estado e da sociedade”, conclui.

Os diretores regionais do SINTEC-DF, Emerson Tormann e Francisco Zaranza trocaram informações durante o coffee break com representantes de outras entidades.




Assessoria de Imprensa / Comitê de Divulgação CNPL

Sindicatos têm legitimidade para execução de sentença mesmo sem autorização de filiados

Publicado Nenhum comentário
O Supremo Tribunal Federal (STF) reafirmou entendimento de que os sindicatos têm ampla legitimidade extraordinária para defender em juízo os direitos e interesses coletivos ou individuais dos integrantes da categoria que representam, inclusive nas liquidações e execuções de sentença, independentemente de autorização dos sindicalizados. A decisão foi tomada pelo Plenário Virtual da Corte, que reconheceu a repercussão geral do tema tratado no Recurso Extraordinário (RE) 883642 e julgou o mérito do processo, com base na jurisprudência dominante já firmada sobre a matéria.

O recurso foi interposto pela União sob o argumento de que os sindicatos, por ocasião da execução de título judicial decorrente de ação coletiva, não atuam como substitutos processuais, mas apenas como representantes. Nele, a União ressaltou ainda que a legitimidade do sindicato para efetivar a execução está condicionada à apresentação de procuração pelos representados.

Em sua manifestação, o relator do caso, ministro Ricardo Lewandowski, presidente do STF, entendeu que a matéria transcende os interesses das partes e está presente em grande número de demandas similares, “o que recomenda a esta Corte a sedimentação do entendimento sobre o tema, a fim de evitar seu efeito multiplicador”.

Quando ao mérito do RE, o ministro destacou que o artigo 8º, III, da Constituição Federal estabelece a legitimidade extraordinária dos sindicatos para defender em juízo os direitos e interesses coletivos ou individuais dos integrantes da carreira que representam. Segundo ele, essa legitimidade extraordinária é ampla, abrangendo a liquidação e execução dos créditos reconhecidos aos trabalhadores. “Por se tratar de típica hipótese de substituição processual, é desnecessária qualquer autorização dos substituídos”, afirmou. O presidente do STF citou ainda diversos precedentes da Corte nesse sentido.

A decisão pelo reconhecimento da repercussão geral foi unânime. Quanto ao mérito, no sentido de negar provimento ao recurso e reafirmar a jurisprudência dominante sobre a matéria, ficou vencido o ministro Marco Aurélio.

Processos relacionados
RE 883642
AR/FB,AD

Sisutec oferece oportunidade de especialização técnica e mudança profissional

Publicado segunda-feira, 29 de junho de 2015 Nenhum comentário


ESPECIAL WEB - 29.06.15: Ana Selma, aluna do Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec), conta em depoimento exclusivo à TV NBR como a oportunidade de especialização técnica mudou sua vida profissional e seus planos para o futuro. As inscrições para o Sisutec 2015 estão abertas, a partir desta segunda-feira (29).
Não deixe de ver!