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Últimas Notícias

Demanda por talentos está em alta

Publicado quarta-feira, 5 de novembro de 2014

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Fernanda Amorim: currículos focados em TI
e também em gestão de projeto

A demanda por executivos para a área de meios eletrônicos de pagamento pode crescer de 15% a 30% em 2015, segundo consultorias de recrutamento. Novos nichos de mercado, como o de pagamentos via celular, devem levar à abertura de mais vagas e forçar adaptações dos profissionais na ativa. "Serão exigidos candidatos para o desenvolvimento e lançamento de novas tecnologias e ampliação de sistemas existentes", diz Fernanda Amorim, sócia da consultoria Odgers Berndtson do Brasil.

Segundo a especialista, que observa o interesse de contratação em multinacionais, empresas de pequeno porte e startups, as diretorias procuram gestores com perfil inovador. "Querem currículos na área de tecnologia da informação (TI), focados em gestão de projetos e desenvolvimento de mercado". No ano passado, a consultoria recrutou três posições de gerência ou superior e a previsão para 2014 é terminar o ano com quatro contratações no segmento.

Fernanda afirma que o mercado também mostra sinais de transformação. "O crescimento irreversível do mobile payment (pagamento com celular) demanda atualizações dos profissionais e aumenta a procura por talentos captados em consultorias estratégicas e no setor de serviços financeiros".

Foi o que aconteceu com Igor Marchesini, ex-gerente da consultoria Bain, convidado, no ano passado, para montar a operação da alemã SumUp no Brasil, logo depois de concluir um MBA em Stanford, na Califórnia. A marca oferece um leitor de cartões de crédito acoplado ao celular.

"Nessa área, mais do que experiência, é preciso ser inovador e pensar fora da caixa", diz Marchesini. Munido dessa ideia, o diretor formou uma equipe com 22 funcionários, sendo cinco em posições estratégicas. "São líderes jovens, de 25 a 29 anos, com muito potencial e currículos construídos em áreas diversificadas".

Para se ter uma ideia, o gerente de desenvolvimento de negócios Saulo Tristão é formado em engenharia aeronáutica e já representou o Brasil nas provas de hipismo das Olimpíadas de Pequim, em 2008. Sem experiência na área de vendas, trabalhou no exterior, em empresas como Google e Airbus. Já o braço direito de Marchesini no departamento financeiro, Ticiano Vieira, é engenheiro físico e prestava consultoria para indústrias automotivas nos Estados Unidos. Atualmente, a SumUp tem 30 vagas em aberto. Pelo menos, dez colocações estão reservadas para líderes que serão contratados até 2015 para atuar no combate a fraudes e atendimento ao cliente.

A diversidade profissional também é uma tendência nos gigantes no setor. Roberto Dumani, vice-presidente de desenvolvimento organizacional da Cielo, com 1,5 mil colaboradores, diz que a heterogeneidade na formação dos funcionários é uma marca do quadro da companhia. "Valorizamos técnicos em TI, operações e finanças, mas contamos também com graduados em ciências humanas e sociais", diz. "Buscamos talentos com perfil voltado para a inovação".
Leia mais em:
http://www.valor.com.br/carreira/3766584/demanda-por-talentos-esta-em-alta#ixzz3IBscgz9p

Dia Nacional dos Profissionais de Nível Técnico

Publicado terça-feira, 23 de setembro de 2014

terça-feira, 23 de setembro de 2014


No dia 23 de setembro, é comemorado o Dia Nacional dos Profissionais de Nível Técnico, também conhecido como Técnico Industrial. A data foi oficializada com a criação da lei n.º 11.940, de 19 de maio de 2009, que escolheu o dia como referência à assinatura do decreto de criação de 19 escolas de Aprendizes Artífices, pelo então presidente Nilo Peçanha, em 23 de setembro de 1909.

Essa data festiva tem por fim marcar a data da criação da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica para os brasileiros, que foi instituída no Brasil pelo Decreto Nº 7.566 de 23 de setembro de 1909.

A partir da criação dessa Rede, então composta por 19 escolas de aprendizes e artífices, surgiram as escolas técnicas e agrotécnicas federais e os Cefets [Centros Federais de Educação Profissional e Tecnológica] espalhados por todo o Brasil.

O Técnico Industrial é o profissional que possui formação escolar, obtida por meio da conclusão de curso regular e válido para o exercício da profissão e, diplomação por escola oficial autorizada ou reconhecida, de nível médio, regularmente constituída nos termos da lei nº 4.024, de 20 dezembro de 1961.

Mas afinal, o que o Técnico Industrial faz? Quem explica é o reitor do Instituto Federal de Brasília (IFB), Wilson Conciani. “Por exemplo podemos pensar: quem instala o caixa eletrônica, quem conserta esta equipamento? Quem lidera os operários nas obras civis e rodoviárias? Estas e muitas outras atividades são conduzidas pelos Técnicos industriais que fazem este país”.

O profissional de Nível Técnico é essencial para o desenvolvimento de uma nação. “O técnico industrial de nível médio é quem, de fato, faz as coisas acontecerem. Nenhum país pode crescer e ser soberano sem estes profissionais. Países como a Alemanha buscam ofertar esta formação para 50 % da população por que veem neste profissionais fator decisivo para manter a liderança na indústria e na inovação. Por isso o Brasil também decidiu aumentar as Escolas de formação de técnicos principalmente os Institutos Federais”, destaca Conciani.

A data de hoje também marca o aniversário de 105 anos da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica. O SINTEC-DF parabeniza a todos os estudantes, egressos e profissionais que ajudam a construir o Brasil.

O Dia Estadual do Técnico Industrial é comemorado em 23 de setembro de cada ano nos Estados brasileiros de:
  • Alagoas [Lei Nº 6.439 de 30 de dezembro de 2003];
  • Distrito Federal [Lei nº 5.296 de 13 de fevereiro de 2014 - Institui e inclui, no calendário oficial de eventos do Distrito Federal, o Dia do Técnico de Nível Médio das Atividades de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, a ser comemorado em 23 de setembro.
  • Espírito Santo [Lei Nº 4.954 de 21 de julho de 1994];
  • Goiás [Lei Nº 11.931 de 6 de abril de 1993];
  • Minas Gerais [Lei Nº 11.411 de 7 de abril de 1994];
  • Piauí [Lei Nº 4.889 de 20 de dezembro de 1996];
  • Rio de Janeiro [Lei Nº 2.286 de 7 de julho de 1994 e Lei Nº 5.645 de 6 de janeiro de 2010];
  • Rio Grande do Sul [Lei Nº 11.371 de 22 de setembro de 1999];
  • São Paulo [Lei Nº 7.803 de 23 de abril de 1992].

Fontes:

Laudo Elétrico - Inspeção

Publicado terça-feira, 9 de setembro de 2014

terça-feira, 9 de setembro de 2014

É o termo utilizado para designar o laudo técnico das instalações elétricas. O laudo elétrico é um tipo de laudo pericial que trata dos aspectos técnicos envolvidos numa instalação elétrica.

O laudo elétrico é atualmente exigido no Brasil por diversas instâncias do poder público, por certificadoras e por companhias de seguro para atestar a conformidade das instalações elétricas residenciais, comerciais e industriais.

Alguns dos órgãos que podem exigir o laudo elétrico são: Ministério do Trabalho e Emprego - através da sua norma regulamentadora NR-10, Corpo de Bombeiros, Prefeitura Municipal, Administração Regional, Certificadoras ISO 18000, Seguradoras, etc..

» Normas Regulamentadoras

Cabe ao profissional habilitado executar, manter e reparar instalações elétricas prediais de baixa tensão, de acordo com projetos e em conformidade com normas técnicas, regulamentadoras, ambientais e de segurança vigentes, selecionando, manuseando, instalando e operando equipamentos, componentes e instrumentos, com uso de ferramentas apropriadas à execução das atividades.

Nos condomínios, o síndico é obrigado a apresentar os laudos de vistorias previstos em lei

A nova redação da NR10, item 10.2.4 estabelece que o PIE – Prontuário das Instalações Elétricas deve conter o relatório técnico das inspeções que nada mais é do que o laudo técnico das instalações elétricas.

A finalidade do laudo técnico é a de relatar em um caderno, todas as patologias detectadas durante o período de vistoria e mais aquelas informadas pelo síndico, assim como indicar as terapias que devem ser adotadas com o intuito de se atenuar ou eliminar as fontes causadoras dos diversos problemas que afetam a rede elétrica. 

Neste documento, o profissional contratado indicará as prioridades que devem ser sanadas de imediato. No entanto, a definição de execução destas prioridades ficará a critério dos condôminos. O laudo técnico é também um meio de se aumentar a produtividade dos síndicos, visto que estes não terão que ficar repetindo os serviços que devem ser feitos quando as empresas interessadas na execução das obras se apresentarem, sendo suficiente que as mesmas leiam o laudo técnico para se informar sobre os serviços que devem ser feitos. 

Outra vantagem do laudo técnico

Na hipótese de substituição do síndico, o novo gestor não ficará perdido, pois terá em mãos um documento onde estão relacionados todos os serviços que ainda estão por fazer.

Com o laudo técnico em mãos, o que o síndico deve fazer?

Após a leitura do laudo técnico, o síndico terá plena noção dos trabalhos de recuperação a que deve ser submetido o prédio. Deve, então, se reunir com os condôminos para definição dos serviços que devem ser feitos de imediato. Definida esta etapa, o síndico deve entrar em contato com empresas ou profissionais liberais, para que apresentem proposta orçamentária para execução dos serviços necessários.
O Laudo Elétrico deve ser emitido por técnico devidamente habilitado com base em inspeções e medições realizadas nas instalações elétricas, à luz dos requisitos estabelecidos pelas normas técnicas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). As normas mais comuns que devem ser objeto de confrontação são: NBR 5410, NBR 14039, NBR 5413, NBR 5419, NBR 60439, NBR 60079 e NBR 16280. Esta última diz respeito à responsabilidade do síndico quanto aos procedimentos de manutenção e reforma inclusive nas unidades autônomas do condomínio.

Um Laudo técnico só tem validade legal se assinada por técnico de grau médio ou engenheiro eletricista registrado no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia - CREA e com comprovante de recolhimento da Anotação de Responsabilidade Técnica - ART junto ao CREA.

Como trata da segurança que pode afetar a vida e o patrimônio das pessoas e empresas, apenas profissionais com larga experiência devem emitir laudo. Um laudo deve considerar os aspectos técnicos (conformidade com as normas técnicas), jurídicos (leis e normas), de proteção contra incêndio e de segurança aos trabalhadores e usuários de eletricidade. 

Técnicos Industriais de grau médio (Lei Nº 5.524, de 05 de novembro de 1968podem emitir laudos de acordo com o Decreto nº 90.922, de 6 de fevereiro de 1985 (alterado pelo decreto nº 4.560, de 30 de dezembro de 2002), item 10.2.7 da NR 10 e conforme publicado pelo CONFEA - Conselho Federal de Engenharia e Agronomia na Resolução N° 1.057 de 31 de julho de 2014 / D.O.U. - Diário Oficial da União do dia 07 de agosto de 2014, seção 1, página 215.
O que diz cada cada Decreto:

» O Decreto n.º 90.922/85 regulamenta a Lei nº 5.524, de 05 de novembro de 1968, que dispõe sobre o exercício da profissão de técnico industrial e técnico agrícola de nível médio ou de 2º grau. Este Decreto era claro ao citar, em seus artigos 4.º, 5.º, 6.º, 7.º e 10.º, que os técnicos tinham suas atribuições (...) DESDE QUE RESPEITADO O LIMITE DE SUAS FORMAÇÕES.

» O Decreto n.º 4.560/02 altera o 90.922/85 nestes e em outros pontos, permitindo que os técnicos agrícolas de nível médio exerçam praticamente todas as atribuições dos Engenheiros Agrônomos, inclusive até atribuições que constam no Decreto n.º 23.196 de 12 de outubro de 1933 (decretão).

‘Para isenção de opinião e segurança dos trabalhadores os laudos devem ser executados por profissionais independentes.’

Atenciosamente

Emerson F. Tormann
CREA 13.433/TD-DF

» Saiba mais - NR10 / RTI

Sintec divulga piso salarial para Técnicos Industriais

Publicado segunda-feira, 4 de agosto de 2014

segunda-feira, 4 de agosto de 2014



Por não haver ainda uma Lei que determine o piso salarial para a categoria dos Técnicos Industriais de nível médio, o Sindicato dos Técnicos Industriais de Nível Médio do Distrito Federal(Sintec-DF) preparou uma Convenção Coletiva com o Sindicato Patronal.

Cada ano é renovado o entendimento que passa a ter força de Lei entre as partes, no período de vigência da referida Convenção Coletiva.

Foi acordado que para o exercício de 2014/2015 o piso salarial para a categoria de Técnicos Industriais do DF, convencionado entre o Sintec-DF e o Sindicato da Arquitetura e da Engenharia (Sinaenco-DF), é de R$ 2.116,40.

É importante destacar que a remuneração declarada em documentos comprobatórios não deve ser inferior ao valor delimitado na Convenção.

Dep. Giovani Cherini (PDT/RS) fala sobre a criação de um Conselho Profissional dos Técnicos Industriais e Agrícolas

Publicado terça-feira, 1 de julho de 2014

terça-feira, 1 de julho de 2014




As primeiras 19 escolas de educação profissional, as famosas Escolas de Aprendizes e Artífices, foram criadas em 1909, pelo presidente Nilo Peçanha. Cem anos depois, no Governo Lula, a rede federal de ensino profissional se expandiu por todo o país. Agora, a proposta de criação de um Conselho Profissional dos Técnicos Industriais e Técnicos Agrícolas tem o objetivo de garantir melhores condições de trabalho para esses profissionais e aperfeiçoar a educação tecnológica. Um dos entusiastas dessa ideia é o deputado Giovani Cherini (PDT/RS).

MPDF: Ajuizada ação contra CEB para remover subestação em condomínio residencial

Publicado domingo, 22 de junho de 2014

domingo, 22 de junho de 2014

o Ministério Público alega que a manutenção da subestação no local representa grave perigo para os moradores e pessoas que transitam nas proximidades

Foto meramente ilustrativa. Subestação Águas Claras.

 A Procuradoria Distrital dos Direitos do Cidadão (PDDC) ajuizou, no último dia 13, ação civil pública contra a Companhia Energética de Brasília (CEB) para obrigá-la a retirar uma subestação de energia elétrica construída dentro do condomínio residencial Bela Vista, em Águas Claras. Na ação, o Ministério Público alega que a manutenção da subestação no local representa grave perigo para os moradores e pessoas que transitam nas proximidades, pois há riscos de choques elétricos e incêndios. O pedido é para que a remoção seja feita para uma área pública adequada em, no máximo, um ano...


A subestação foi instalada provisoriamente na área privativa do edifício Bela Vista há 15 anos porque não havia, na cidade, áreas públicas destinadas a essa finalidade. Atualmente, no entanto, segundo a Administração Regional de Águas Claras, já foram definidas áreas públicas para a implantação definitiva das subestações construídas em locais provisórios.
A CEB alega que a licitação para construir novas instalações está em andamento, mas um procedimento administrativo interno revela o contrário. Segundo o documento, “em relação à transferência de alimentadores, informamos que não existem projetos contemplando a transferência dos consumidores atendidos pela estação transformadora (ET) instalada no Residencial Bela Vista para ET em área pública e não há previsão para elaboração desses projetos”.
Além do risco que a subestação representa para os moradores, o Ministério Público também argumenta que a mudança para o local definitivo contribuiria para resolver o problema dos constantes cortes de energia em Águas Claras. A subestação que funciona no edifício Bela Vista e que deveria abastecer apenas o consumo do condomínio atualmente fornece energia para três outros residenciais e uma academia, o que sobrecarrega o sistema e causa interrupções.
Processo: 2014011091088-2
Fonte: Ministério Público do DF

ASSOSÍNDICOS/DF e CREA/DF participam de debate sobre a reforma urbana

Publicado sexta-feira, 13 de junho de 2014

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Por Letícia Rodrigues de Almeida


Fiscalização, controle da ocupação e a matriz da mobilidade urbana de Brasília foram as principais preocupações demonstradas pelos debatedores da audiência pública realizada pela Subcomissão Permanente de Infraestrutura e Desenvolvimento Urbano no Senado nesta terça-feira (3), presidida pelo senador Inácio Arruda (PCdoB-CE).

A subcomissão trata especificamente de questões urbanas e tem a finalidade de apontar soluções aos entraves para uma melhoria na estrutura e nos serviços das cidades, especialmente nas regiões metropolitanas. Essa audiência é a segunda de um ciclo que estuda grandes problemas das metrópoles.

O senador Inácio Arruda em seu discurso citou o que foi decidido na Conferência da Cidade, realizada pela presidenta Dilma Rousseff. “Brasília é uma vitrine para o Brasil, e a sociedade e o governo devem contribuir para avançar na Reforma Urbana Já”, falou Inácio.

O vice-presidente da ASSOSÍNDICOS/DF, Emerson F. Tormann esteve presente e disse que - "a reforma urbana passa por condomínios organizados e com certificação de vistoria dos condomínios verticais e horizontais".

O titular da Subsecretaria de Planejamento Urbano, Rômulo Andrade de Oliveira, falou do Estatuto da Cidade. “O Estatuto é uma caixa de ferramentas, da qual vamos retirando os instrumentos conforme surgem as demandas”, destacou Rômulo.

Para o presidente do Crea, a reforma urbana não inclui somente mobilidade. “Não podemos esquecer que a reforma urbana também inclui saneamento básico, energia, água, luz e outros, que são assuntos não menos importantes para a população do DF. Também não podemos deixar com que áreas produtivas sejam desapropriadas para entrar construções”, alertou Flavio.

Participaram também do debate o presidente da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), Júlio Miragaya; o secretário de Desenvolvimento da Região Metropolitana do DF – Entorno, Henrique Pinto; o secretário de Desenvolvimento Econômico do DF, Hermano Carvalho; a secretária de Habitação, Regularização e Desenvolvimento Urbano, Jane Diehl; o secretário de Planejamento e Orçamento, Paulo Antenor de Oliveira, o secretário de Transportes do DF, José Walter Vazquez Filho, além de parlamentares, arquitetos, urbanistas, geógrafos, acadêmicos e especialistas ligados ao tema, entre outros.

Produção de energia solar por consumidor já é realidade

Publicado segunda-feira, 5 de maio de 2014

segunda-feira, 5 de maio de 2014

O sol pode ser usado como fonte de energia de duas formas: a primeira é na verdade uma opção de economia de energia. As placas termo-solares, já bem comuns no País, usam o calor do sol para esquentar a água, substituindo o chuveiro elétrico.

No entanto, há outro uso mais complexo: com a instalação das chamadas placas fotovoltáicas é possível captar a luz do sol e transformá-la em energia elétrica - energia usada para acender lâmpadas e ligar todo tipo de equipamento.


Pequena usina
As placas fotovoltáicas fazem de cada casa uma pequena usina de geração de energia solar, que transforma raios solares na energia necessária para acender a iluminação e ligar equipamentos. Mas o sistema tem limitações: enquanto as placas geram energia durante o dia, o pico de consumo nas casas ocorre à noite. A solução é um sistema de empréstimo de energia ao sistema, permitido desde o ano passado por uma resolução da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

É o que acontece na casa de Carlos Eduardo Tiusso, em Brasília. De dia, ela fornece energia para o sistema da cidade. De noite, quando o morador chega em casa, utiliza a energia que injetou sem precisar pagar por ela. Carlos investiu R$ 17 mil para equipar a casa com placas fotovoltáicas e equipamentos medidores. As instalações garantem 70% da energia que a família dele consome. Os outros 30%, Carlos compra da distribuidora de energia. “Tem grande benefício energético, por exemplo, pra utilização de ar condicionado. Quando está mais calor, entre 14h e 16h, é quando o sistema está gerando mais energia.”

Distribuição
Essa solução transforma qualquer casa em uma pequena usina geradora de energia - o que, segundo o gerente de normatização da Companhia Energética de Brasília (CEB), Celso Nogueira, tem uma vantagem: a geração acontece no próprio lugar de consumo, evitando gastos de distribuição. "[A energia] solar usada no próprio local de consumo alivia a geração distribuída. Uma grande parte do preço de energia é a distribuição."

O professor da Universidade de Brasília Paulo Salles aposta em um sistema descentralizado para responsabilizar o consumidor. "O tempo das grandes obras acabou. O ideal é uma visão descentralizada, se eu puder criar eu mesmo a energia que consumo. No novo paradigma, cada um deve ser capaz de gerar sua própria energia."

Crea-MS inicia campanha para orientar síndicos sobre nova norma para reformas em condomínios

Publicado sexta-feira, 2 de maio de 2014

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Fiscais do Crea-MS visitarão a partir de quarta-feira (2/04) todos os condomínios residenciais e comerciais de Campo Grande

A partir do dia 18 de abril, moradores de condomínios somente poderão iniciar uma obra após apresentação ao síndico de um plano de reforma elaborado pela construtora ou projetista que garanta a segurança dos demais moradores e de seu entorno.

A medida foi definida pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) por meio da norma técnica NBR 16280:2014 (Reformas em edificações – sistema de gestão de reformas) lançada no mês passado e que entrará em vigor no dia 18 de abril. A criação da NBR foi motivada pelo desabamento de edifícios no Rio de Janeiro há dois anos, onde uma reforma, segundo perícias, foi apontada como a responsável pelo acidente. A NBR também impõe as condições para reformas em residências isoladas ou individualizadas que também possam provocar riscos aos vizinhos.

A NBR 16280 exige que o plano de reforma a ser apresentado pelo proprietário do imóvel ao síndico seja elaborado por um profissional habilitado e contenha os projetos e memoriais descritivos, a descrição de impactos nos sistemas, atenda as legislações vigentes e que apresente estudo de garantia de segurança durante e após as obra, além de cronograma e dados dos envolvidos na reforma.

Orientações estão sendo levadas aos síndicos de condomínios residenciais e comerciais


O presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA-MS), engenheiro Ahmad Gebara, explica que a NBR visa garantir a segurança dos moradores de condomínios residenciais e comerciais e evitar que as reformas sejam feitas por leigos, atuação que é combatida pela fiscalização do Conselho. “As reformas que possam alterar ou comprometer a segurança de um edifício ou de seu entorno somente poderão ser autorizadas pelos síndicos após análise das construtoras e do projetista, se dentro do prazo decadencial, que geralmente é de 5 anos, podendo chegar a 20, em alguns casos. Caso passado esse período, é preciso a apresentação de laudo elaborado por um engenheiro que atestando a segurança dos serviços que serão executados”, explicou Gebara que acredita que a norma facilita o controle de todo o processo, já exige o registro dos responsáveis por todas as fases da obra.


Os agentes fiscais do Crea-MS iniciarão nesta quarta-feira (2) um mutirão para entregar um material informativo sobre a nova norma a todos os síndicos, administradoras e moradores de condomínio do Estado. Um trabalho orientativo será feito também com os profissionais registrados no Conselho. Por meio de um convênio com a ABNT profissionais com registro ativo no Crea-MS podem adquirir as normas da ABNT com 50% de desconto ou ainda acessá-las gratuitamente em computadores instalados na sede do Conselho em Campo Grande e Dourados.



Acesse a publicação:
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Baixar cartilha de reformas

Cartilha de reformas em condomínios

Publicado segunda-feira, 21 de abril de 2014

segunda-feira, 21 de abril de 2014




ABNT estabelece normas para reformas de casas e apartamentos

Publicado sábado, 19 de abril de 2014

sábado, 19 de abril de 2014

Derrubar uma parede e instalar ar condicionado precisarão de autorização do síndico. Objetivo da ABNTé regular o setor e prevenir acidentes.



A partir de agora, quem for reformar a casa, derrubar uma parede, instalar ar condicionado ou trocar o piso, terá que contratar um engenheiro ou arquiteto para fazer um projeto. A decisão é da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que quer regular o setor e prevenir acidentes.

Pequenos reparos, como pintura da parede ou colocação de gesso no teto, por exemplo, não se encaixam nas novas regras da ABNT. Por outro lado, também entram nessa lista: a troca de canos, janelas e as instalações elétricas e a gás.

O dono do apartamento terá que apresentar ao síndico do condomínio um projeto de reforma, com o material que será usado, a quantidade e a duração da obra. “Quando você quer substituir as fechaduras ou portas, evidentemente que é uma coisa muito simples, não requer nenhuma habilitação de profissional. Mas quando você trata de elementos estruturais, que dão estabilidade para sua edificação, para sistemas importantes, como o elétrico e sistema a gás, você precisa de uma análise para saber quais as consequências quando você intervém nesses sistemas”, explica Ricardo Pina, coordenador da Comissão de Estudos de Reformas em Edificações da ABNT.

A necessidade de criar a norma veio depois de tragédias como a do dia 25 de janeiro de 2012, no centro do Rio de Janeiro. O Edifício Liberdade, de 20 andares, que passava por reformas, desabou e levou abaixo dois prédios vizinhos. Dezessete pessoas morreram.

O professor de arquitetura e urbanismo, Antonio Claudio Fonseca, lembra que a ABNT não tem o poder de fiscalizar ou punir, mas as regras servem de código de conduta na construção: “Para os profissionais, serve como referência, como procedimentos a adotar e os municípios tendem a incorporar essas normatizações da ABNT dentro dos seus códigos de obras, seus códigos de postura. Cada município tem regramentos bastante claros e a ABNT serve para dar parâmetro claro do ponto de vista técnico, para que essa legislação possa se aprimorar”.

Confira abaixo serviços que precisarão da autorização de um profissional da área:

Instalação ou reforma de equipamentos industrializados;
Reforma do sistema hidrossanitário;
Reforma ou instalação de equipamentos de prevenção e combate a incêndio;
Instalações elétricas;
Instalações de gás;
Reforma ou instalação de aparelhos de dados e comunicação;
Reforma ou instalação de aparelhos de automação;
Reforma ou instalação de ar-condicionado exaustão e ventilação;
Instalação de qualquer componente à edificação, não previsto no projeto original ou em desacordo com o manual de uso, operação e manutenção do edifício ou memorial descritivo;
Troca de revestimentos com uso de marteletes ou ferramentas de alto impacto, para retirada do revestimento anterior;
Qualquer reforma para substituição ou que interfira na integridade ou na proteção mecânica;
Qualquer reforma de vedação que interfira na integridade ou altere a disposição original;
Qualquer reforma, para alteração do sistema ou adequação para instalação de esquadrias ou fachada-cortina e seu componentes;
Qualquer intervenção em elementos da estrutura, como furos e aberturas, alteração de seção de elementos estruturais e remoção ou acréscimo de paredes.

Baixe a cartilha - ABNT NBR 16280


Fonte: G1

Sisutec oferece mais de 291 mil vagas em cursos técnicos

Publicado sábado, 15 de março de 2014

sábado, 15 de março de 2014



NBR NOTÍCIAS - 14.03.2014: As inscrições em cursos técnicos pelo Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec) começam na próxima segunda-feira (17). Este ano, serão ofertadas cerca de 291 mil vagas, 20% a mais em relação ao número disponibilizado em 2013. As inscrições poderão ser feitas até 21 de março. Os cursos são gratuitos e têm início previsto para o período de 14 de abril a 12 de maio. A divulgação dos resultados, em primeira chamada, está prevista para o dia 25 de março, e a segunda chamada para o dia 1º de abril. Informações: sisutec.mec.gov.br

EDITAL DE CONVOCAÇÃO

Publicado quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014



O Sindicato dos Técnicos Industriais de Nível Médio do Distrito Federal – SINTEC-DF, com sede no SEPN 516 Bloco BL “A” sala 508 – Asa Norte Brasília-DF, convoca todos os Técnicos Industriais associados ou não, em suas diversas modalidades, para comparecerem a Assembleia Geral Extraordinária, a ser realizada na sede do Sindicato, em 28 de maio de 2013 às 18h em primeira chamada e às 19h em segunda chamada, com qualquer número de presentes, para deliberarem sobre a seguinte pauta: 1 – Composição da Comissão Eleitoral para o processo da eleição da próxima Gestão. Técnico em Edificações Luzimar Pereira Presidente


Telefax: (061) 3347-6110 – CNPJ: 01.006.908/0001-75 - Código Sindical: 012.386.88062-3 Endereço: SEPN 516 Bloco “A” Sala 508-Asa Norte - Brasília DF - CEP 70770-521 
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