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Confira os cursos técnicos com mais vagas de emprego abertas

Publicado domingo, 26 de julho de 2015

domingo, 26 de julho de 2015

Nos primeiros quatro meses de 2015, a procura por esses profissionais cresceu 15% em relação ao mesmo período do ano passado, diz pesquisa.


Técnicos Industriais de Nível Médio
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Quem procurou na qualificação uma arma contra o desemprego, está encontrando vaga de trabalho. Tem vaga garantida, mas para quem investiu no curso técnico certo.

Não é para todos os cursos. Tem vaga, principalmente, para técnicos em eletrônica, mecânica, mecatrônica. Esse tipo de profissional joga nas 11, pode trabalhar na indústria automotiva, tem qualificação para trabalhar na indústria de alimentos no setor de serviços e até no comércio.

Eles fazem parte de um grupo de trabalhadores que estão na contramão do momento dificil da economia brasileira. Os técnicos com boa formação, o mercado ainda abre vagas.

Nos quatro primeiros meses do ano, a procura por esses profissionais cresceu 15% em relação ao mesmo período do ano passado. É o que diz uma pesquisa feita pela empresa de consultoria e recrutamento Page Personnel.

Supervisor de uma empresa de tecnologia da informação, Cássio confirma. A empresa dele fica em Cascavel, no Paraná. E o tipo de trabalhador que ele, normalmente, procura não vem de universidades e nem de escolas regulares. “Sempre temos dificuldades de encontrar pessoas já preparadas. Então, o curso técnico neste caso, nos aponta para aquelas pessoas que nós podemos investir”, afirma Cássio Myrke, supervisor da Constel.

Mas esse profissional que continua requisitado apesar da crise, não é qualquer técnico não. A pesquisa mostrou quais são os sete cargos mais procurados este ano. Entre eles, está o de técnico em eletroeletrônica e em eletrotécnica. Foi o curso que o Lucas Sousa escolheu.

Ele fez o curso, de dois anos, enquanto concluía o Ensino Médio, queria começar logo a trabalhar para poder pagar a faculdade de engenharia. Até o ano passado, atuava na área de refrigeração, era funcionário de uma fabricante de cervejas, agora está em uma empresa que produz e faz manutenção de elevadores. Já chegou com promessa de promoção e hoje é supervisor. “A pessoa que estuda eletrotécnica, se ela tiver determinação, ela vai entender o serviço, ela vai entender como funciona a eletricidade, dali ela vai poder trabalhar em qualquer parte”, conta o técnico em eletrônica.

Se Lucas está preocupado com a crise? “Não, Estou preocupado em me formar e já dar o próximo passo”, afirma.

Os outros técnicos mais procurados são os formados em automação industrial, mecatrônica, qualidade, logística, manutenção mecânica e mecânica.

Mas o que essas profissões têm de tão especial?

“Seriam as profissões curingas. Então um técnico em mecânica ele trabalha em uma indústria automotiva, em uma indústria de alimentos, ele trabalha no setor de serviços prestando serviços para outras indústrias e também no comércio. Esse é um exemplo clássico que são profissões que conseguem circular no mercado de trabalho mesmo em um momento de crise”, afirma Márcio Guerra, gerente de estudos do CNI/SENAI.

O gerente do Senai lembra que não basta ter a formação. Tem muito técnico desempregado. Para se destacar, além de escolher a área certa, é preciso se qualificar. “Esses profissionais que tem essa qualificação e que tem outras competências, como outro idioma, sabem trabalhar em equipe, tem bom relacionamento interpessoal, nesse momento também são desejados pelo mercado de trabalho, sobretudo pela indústria”, indica Márcio Guerra.

A oferta de vagas em cursos técnicos de nível médio no Brasil aumentou 55% em cinco anos, mas ainda não é o suficiente. Uma fábrica de papéis especiais, em Piracicaba, decidiu fazer uma parceria com uma escola particular para qualificar os funcionários com um curso especifico de química para papéis. O investimento valeu a pena.

“Já vemos a qualificação técnica na área, as análises aprimoradas, os processos, muitos processos produtivos já aprimorados, além da motivação, da melhor capacidade técnica e muitos, podemos colocar, 40% dos profissionais que participaram do curso já foram promovidos”, diz a analista de RH, Ana Graziella Lavorete.

Conseguir uma vaga em um curso técnico de qualidade não está assim tão fácil. Porque o Governo Federal reduziu o número de vagas no Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico, o Pronatec, para um milhão este ano. Um terço do total oferecido no ano passado.

Fonte: G1

SINTEC-DF participa de audiência pública que discute Novo Código de Edificações

Publicado quarta-feira, 15 de julho de 2015

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Documento deverá ser um instrumento de política urbana que privilegie espaços públicos. Minuta está disponível para receber sugestões

Secretário Thiago de Andrade, Luiz Otavio Rodrigues, Francisco Antunes e o presidente do Crea-DF, Flavio Correia
O Sec. adjunto Luiz Otavio Rodrigues, o Secretário Thiago de Andrade,
o presidente do Crea-DF, Flavio Correia e 
Francisco Antunes. Foto: Ascom Segeth

A minuta do novo Código de Edificações de Brasília foi mais uma vez colocada em discussão pela Secretaria de Gestão do Território e Habitação. Nesta terça-feira (14) à noite, a pasta promoveu uma consulta pública para apresentar o texto e recolher sugestões. Cerca de 40 pessoas, entre arquitetos, engenheiros, representantes de sindicatos e técnicos em edificações, além de outros profissionais ligados à construção civil, participaram do encontro, no auditório do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Distrito Federal (Crea-DF), na 901 Sul.

Diretores do SINTEC-DF Carla Capuzo, Emerson Tormann e Jurandir, juntamente com o presidente Luzimar na Audiência Pública que discute o novo Código de Obras e Edificações do Distrito Federal
Presid. Luzimar e Diretores
O secretário Thiago de Andrade e o adjunto, Luiz Otavio Rodrigues, revezaram-se para responder às perguntas. As mais recorrentes foram relativas à acessibilidade, a conflitos entre a legislação vigente e o que determina a Associação Brasileira de Normas Técnicas, à inclusão do técnico em edificações como analista de projetos e à segurança jurídica. "O artigo 23 da minuta é exclusivo e não contempla a competência dos técnicos em edificações nas avaliações dos projetos apresentados à secretaria. Os técnicos de nível médio atuam diretamente nessas áreas e não devem ficar de fora do projeto de lei que será apresentado à Câmara Legislativa", defende Luzimar Pereira, Presidente do SINTEC-DF.

"O novo código trará inovações em relação à acessibilidade, ao meio ambiente e à sustentabilidade", destaca Andrade. Também estiveram presentes no debate o subsecretário de Informação, Normatização e Controle, Francisco Antunes, e o presidente do Crea-DF, Flavio Correia.

Todas as ponderações e propostas de mudanças e de inclusão — feitas presencialmente ou via on-line — de assuntos não contemplados na nova versão do Código de Edificações serão analisadas pela Comissão Permanente de Monitoramento do Código de Edificações do Distrito Federal. Instituído em 23 de abril, o grupo reúne-se duas vezes por semana para acelerar a conclusão da minuta. Até as 17 horas de hoje, 52 sugestões tinham sido encaminhadas ao site da secretaria, onde a minuta está disponível para contribuições, por meio de um formulário eletrônico. Para acessá-lo pela primeira vez, é necessário preencher um cadastro.

Audiência pública

Depois de receber os ajustes sugeridos, desde que tecnicamente viáveis, o novo Código de Edificações será objeto de uma nova audiência pública, última etapa antes da apresentação do projeto de lei à Câmara Legislativa do Distrito Federal. A meta da secretaria é encaminhá-lo ao Legislativo entre o fim de agosto e meados de setembro.

Segundo Andrade, a proposta da Secretaria de Gestão do Território e Habitação é construir um documento de simples compreensão e leitura e que facilite a aprovação e o licenciamento de projetos. Além disso, ele deverá ser um instrumento de política urbana que privilegie o espaço público, a sustentabilidade, eficiência energética e responsabilize os autores do projeto e da obra.

Em junho, um ciclo de debates foi realizado com representantes de entidades organizadas de segmentos profissionais e acadêmicos, como engenheiros e arquitetos. Também no mês passado, a secretaria promoveu uma oficina técnica na Universidade de Brasília para discutir o tema.

Regido pela Lei nº 2.105, de 8 de outubro de 1998, o Código de Edificações de Brasília é responsável por padronizar as construções, reformas e demolições e pelo licenciamento das obras de engenharia e arquitetura. Ele estabelece padrões de qualidade dos espaços edificados, que devem respeitar as condições mínimas de segurança, conforto, higiene, sustentabilidade e saúde.

Fonte: Agência Brasília com atualização do SINTEC-DF

Mais informações

Código de Edificações
Minuta do Código de Edificações do DF

Participe você também da elaboração da minuta do Projeto de Lei que pretende criar o Novo Código de Edificações do DF, ele será apresentado pelo Executivo à Câmara Legislativa do DF. Exerça sua cidadania, deixe aqui suas contribuições! Saiba mais aqui.

Facebook: sec.territorioehabitacaodf
Twitter: @Habitacao_DF
Youtube: Segeth Ascom
Web: www.segeth.df.gov.br

Portaria altera NR-12

Publicado quarta-feira, 1 de julho de 2015

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (27), a Portaria nº 857 altera procedimentos de segurança no trabalho em máquinas e equipamentos.


Com o objetivo de melhorar a segurança no trabalho em máquinas e equipamentos, foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (27) a Portaria nº 857, que altera a Norma Regulamentadora nº 12 (NR-12). A Portaria é resultado do consenso obtido após intensos debates do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) com empregadores e trabalhadores no âmbito da Comissão Nacional Tripartite Temática da NR12 e da Comissão Tripartite Paritária Permanente (CTPP). O ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, se empenhou para essa alteração e afirmou que sua prioridade é a atualização e modernização dos processos. “Desde que cheguei ao ministério estamos procurando atualizar a discussão e modernizar a interpretação da legislação em pontos que são importantes, como as máquinas e equipamentos”, afirmou Dias.

Para o ministro foi importante o debate tripartite e a participação das bancadas para a publicação. “Depois de um longo prazo, saliento a contribuição das bancadas dos trabalhadores e empregadores. Essa participação fortalece o tripartismo que apoiamos no ministério do Trabalho”, concluiu.

As principais inovações da Portaria foram o tratamento diferenciado para microempresas e empresas de pequeno porte nas obrigações de capacitação, reconstituição de manual de instruções de máquinas antigas e elaboração de inventário e dispensa do cumprimento dos requisitos da NR-12 a máquinas e equipamentos de fabricação nacional destinados à exportação.

Outras mudanças foram a exclusão da expressão ‘falha segura’ do texto da Norma e do Glossário, com substituição pelo conceito de ‘estado da técnica’; corte temporal em relação a tensão de operação dos componentes de partida, parada, acionamento e outros controles que compõem a interface de operação das máquinas; e permissão expressa da movimentação de máquinas e equipamentos que não atendem à NR 12 fora das instalações da empresa para reparos, adequações, modernização tecnológica, desativação, desmonte e descarte.

A Portaria está disponível na página do MTE.
Não deixe de ver!